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Vôlei
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A menos de um ano das Olimpíadas, Dante vê grupo fechado

Próximo desafio da seleção é o Campeonato Sul-Americano, classificatório para a Copa do Mundo, que oferece três vagas nos Jogos

Gazeta |

A seleção brasileira de vôlei treinada pelo técnico Bernardinho, campeã nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004 e medalha de prata em Pequim 2008, é uma das principais esperanças de título em Londres 2012. A menos de um ano da competição, Dante vê o elenco fechado.

"O Bernardo formou um grupo e acho que não vai ter nenhuma modificação. Querendo ou não, já estamos pensando e trabalhando para Londres", explicou o jogador, integrante da seleção que ficou com o vice-campeonato da última edição da Liga Mundial após derrota diante da Rússia.

O próximo desafio da equipe nacional é o Campeonato Sul-Americano, classificatório para a Copa do Mundo, que por sua vez oferece três vagas nas Olimpíadas de Londres. No evento continental, Dante prevê dificuldades contra os argentinos.

"Essa seleção argentina vai dar trabalho num futuro próximo. Teoricamente, é um time baixo, mas é uma geração jovem e que tem jogadores que já estão atuando no exterior, como na Itália. Além disso, tem um grande técnico por trás, que é o Weber", disse o jogador de 30 anos.

Nas Olimpíadas de Seul 1988, Javier Weber e Hugo Conte ganharam a medalha de bronze como jogadores. Atualmente, o primeiro treina Facundo Conte, filho do ex-companheiro e símbolo da nova geração argentina. Na última Liga Mundial, a equipe se classificou para a semifinal de forma inédita, mas caiu diante do Brasil.

Eleito duas vezes como melhor estrangeiro da Superliga na época em que atuava como levantador, Weber ganhou o torneio em 2004 já como técnico da Unisul. "A seleção argentina é a cara dele: um time guerreiro, que joga muito bem taticamente e dá poucos erros para os rivais. Vai ser uma seleção chata de enfrentar", opinou Dante.

Além de pensar na seleção brasileira, o jogador projeta o início do RJX, time bancado pelo empresário Eike Batista que também contratou estrelas como Lucão, Marlon e Théo, todos do time nacional. Para Dante, a experiência dos atletas no grupo de Bernardinho é garantia de um início promissor na equipe carioca, apesar da provável cobrança.

"Montaram um grupo bacana, com jogadores experientes e alguns jovens. Isso dá uma mescla importante para qualquer time. Nós estamos trabalhando sobre pressão o tempo todo e o maior exemplo disso é a seleção brasileira, que treina e joga sob pressão permanente. Estamos preparados para lidar com esse tipo de coisa", assegurou.

Com a concorrência de times como Cimed/Sky, Sesi e Sada/Cruzeiro, Dante prevê um campeonato nacional histórico. "Vai ser a maior Superliga de todos os tempos. Podemos listar umas cinco ou seis equipes com chances de título. Acho que o Sesi, como atual campeão, é o grande favorito", encerrou.

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