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Vôlei
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Hooker é musa mais decisiva no Grand Prix. Veja belas que passaram por aqui

Além de bons jogos, etapa brasileira chamou a atenção pela beleza de atletas italianas, alemãs e americanas que estiveram em São Bernardo

Antonio Kurazumi - especial para o iG, em São Bernardo do Campo |

Os três dias de Grand Prix no Brasil, em São Bernardo do Campo, deixarão saudades para o público masculino. Além das conhecidas belas jogadoras do Brasil, Alemanha, Estados Unidos e Itália também exibiram musas em quadra. Ao menos nesse quesito, as estrangeiras dividiram as atenções das arquibancadas com as brasileiras.

Vejas as belas em ação no Brasil na galeria abaixo:


Dentro de quadra, o grande nome foi Destine Hooker, uma velha conhecida em terras nacionais. A norte-americana, que foi campeã da Superliga 2011/2012 pelo Sollys/Nestlé, ficou feliz em rever as companheiras. No entanto, apesar de também trabalhar como modelo, quando está competindo ela não gosta muito de assuntos que saem da esfera esportiva. “Não ligo muito para o que as pessoas falam sobre minha beleza, me preocupo com que faço dentro da quadra”, afirmou a oposta.

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Os três jogos deste fim de semana fizeram com que Hooker assumisse o primeiro lugar entre as maiores pontuadoras do Grand Prix. São 101 ao todo, que vieram por meio de 80 ataques, 17 bloqueios e quatro saques, mostrando que a beleza não é seu único ponto forte. Pior para a seleção brasileira, que sofreu nas mãos dela e perdeu a invencibilidade na competição.

Outra bela que também deu trabalho ao Brasil foi a alemã Maren Brinker. A seleção de Zé Roberto derrotou as europeias no primeiro jogo da etapa de São Bernardo do Grand Prix, mas a loira foi a maior pontuadora do seu time, com 13 acertos.

Leia também: No masculino, Brasil fica em 2º na Liga e seca rivais por vaga nas finais

Com 1m84 e 68 kg, a jogadora garante que não é tão assediada pela beleza. “Eu não me sinto uma musa e ninguém tinha falado isso pra mim. Nunca trabalhei fazendo fotos, mas fiquei muito feliz em saber que no Brasil sou vista como musa”, agradeceu a ponteira. Pena que a Alemanhã não irá nem aos Jogos Olímpicos de Londres. 

Leia mais: Musa italiana diz que prefere ser vista pelo talento na quadra

Entretanto, a seleção italiana já tem a sua vaga e a atleta que mais atraiu olhares nas quadras brasileira. Francesca Piccinini tirou fotos e deu autógrafos desde o primeiro dia em que treinou em São Bernardo, além de escutar adjetivos em profusão durante os jogos. A simpatia pela musa, que posou para a revista Playboy da Itália recentemente, só diminuiu um pouco no sábado, quando ela marcou 25 pontos e quase tirou a vitória do Brasil.

“Jogar vôlei é mais fácil do que tirar fotos, já que só tiro fotos uma vez ou outra”, afirmou Piccinini, que também prefere ser mais vista pelo talento esportivo.

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Musas e todas as jogadoras já de despediram do Brasil. A seleção viajou para a China ainda no domingo, pouco depois do tropeço para os Estados Unidos. Por lá, o time de Jaqueline, Sheilla e companhia enfrenta Cuba, Porto Rico e as donas da casa. Já os Estados Unidos seguiram para etapa da Tailândia, enquanto a Itália vai jogar a partir desta sexta-feira em Taipei e a Alemanha atuará no Japão. 

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