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Zé Roberto cobra regularidade para 'jogo de estilos parecidos' contra EUA

Técnico da seleção aprova teste para o coração e vê evolução contra a Itália, mas espera que o time erre menos contra as americanas

Antonio Kurazumi - especial para o iG, em São Bernardo |

Divulgação
Seleção cometeu 24 erros na vitória contra as italianas

No linguajar popular, foi um teste para cardíacos a vitória do Brasil sobre a Itália por 3 sets a 2. O técnico José Roberto Guimarães gostou da evolução apresentada por suas pupilas, mas espera que os erros não sejam uma tônica no aguardado duelo contra os Estados Unidos, neste domingo, às 13h30, pela terceira rodada da etapa brasileira do Grand Prix. O jogo é visto como a prévia de um possível encontro nos Jogos Olímpicos, quem sabe até em uma final novamente.

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“Essa partida foi melhor (em comparação da estreia em casa com a Alemanha), o teste foi bom e bom para o coração, mas cometemos um excessivo número de erros e isso dificulta nosso jogo”, analisou o comandante. Segundo as estatísticas da FIVB (Federação Internacional de Vôlei), a seleção deu 24 pontos de graça para as italianas.

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“O problema é esse, a manutenção de performance. Estamos errando muito e esses altos e baixos me preocupam”, acrescentou o técnico, que citou como exemplo Mari, que foi fundamental na virada e vitória no primeiro set, mas que não repetiu o desempenho no segundo. O técnico só não gosta de se referir ao problema como um “apagão”. “Faz parte da partida, que é tática e de precisão. Um adversário tenta minar o outro nos pontos fracos”, justificou.

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Nos treinos durante a semana, o comandante afirmou que os Estados Unidos são sérios candidatos ao ouro nos Jogos Olímpicos e que usaria esse jogo de domingo como estudo para o futuro. O discurso foi repetido após a emocionante vitória sobre a Itália, inclusive pelas próprias atletas. “Os Estados Unidos têm um time melhor que os outros, tudo está dando certo para elas. Vai ser um bom teste pelo estágio que elas se encontram. Todos os adversários abriram vantagem, mas elas conseguiram virar”, recordou Zé Roberto.

“Se repetirmos esses erros de hoje (sábado) diante das americanas, perderemos. Precisamos nos concentrar porque vai ser a partida mais difícil, é a melhor equipe fisicamente”, elogiou a ponteira Jaqueline. Assim como o Brasil, os EUA seguem invictos no Grand Prix. 

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Zé Roberto comanda a seleção brasileira na vitória suada diante da Itália e pede melhora


Estilos parecidos

Apesar da dificuldade de pegar os Estados Unidos em grande fase, Zé Roberto e as jogadoras reconhecem que o estilo das oponentes é parecido com a das brasileiras, o que diminui um pouco as diferenças. “A Itália joga muito lento, com bolas altas e isso nos atrapalha”, resumiu Paula Pequeno.

“Os Estados Unidos têm um estilo mais veloz e mais acelerado, um estilo que estamos mais habituados. Jogam mais em velocidade do que com bolas altas”, comparou o treinador.

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