Atletas são unânimes em afirmar que vitória contra a Alemanha começou a ser construída por causa da eficiência no fundamento

Nas entrevistas depois da vitória sobre a Alemanha , as jogadoras da seleção feminina foram unânimes em afirmar que a virada em São Bernardo aconteceu depois da evolução do saque. Para os jogos contra a Itália e os Estados Unidos, o objetivo é manter o foco nessa arma. O destaque nesta sexta-feira foi Sheilla, que deu seis pontos para o Brasil no fundamento.

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Com seis pontos de saque, Sheilla foi a melhor brasileira no fundamento
Divulgação
Com seis pontos de saque, Sheilla foi a melhor brasileira no fundamento

“Melhoramos depois do começo ruim por causa do saque que começou a entrar e ajudou nosso bloqueio”, afirmou a ponteira. “Nosso ataque começou a fluir quando o saque entrou”, acrescentou Mari, que jogou de oposta e ponteira nesta sexta-feira.

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Para o técnico Zé Roberto, a saída de Paula Pequeno tirou o ponto de referência das adversárias na hora do saque. “Elas acabaram perdendo o foco no saque. A linha de passe acabou sendo formada pela Jaqueline e a Fabi e, com isso, elas passaram a errar mais”, analisa o comandante da seleção brasileira.

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A capitã Fabiana crê que o Brasil precisa melhorar em tudo nos próximos jogos. “Marcamos melhor a Alemanha no terceiro set por causa do nosso saque, mas a equipe tem muito o que evoluir, em todos os fundamentos”, opinou a meio-de-rede, que ontem saiu no quarto set para a entrada de Adenizia.

Zé Roberto comentou que o bloqueio foi outra deficiência contra a Alemanha e espera que o primeiro set não se repita no futuro, especialmente durante os Jogos Olímpicos. “O primeiro set preocupou. As Olimpíadas têm um outro tipo de jogo, não dá para recuperar depois se isso acontece lá. Senão tivermos equilíbrio, ficará difícil contra todos nos Jogos Olímpicos”, avisou.

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