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Lado "brincalhão" e "aulas" aproximam Ricardinho de Bruninho na seleção

Após cinco anos de ausência, levantador de 37 anos volta como professor do novato, apesar da briga pela posição

Evandro Lopes - especial para o iG, de São Bernardo |

Titular da seleção brasileira até o retorno de Ricardinho, o levantador Bruno acredita que a briga pela posição na equipe tem sido positiva para o grupo que busca a medalha olímpica em Londres. O lado divertido e a experiência do jogador que ajudou o Brasil a ganhar a medalha de ouro em 2004 são apontados como as grandes virtudes de Ricardinho.

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Bruninho, levantador da seleção

“Ele é um cara que sempre brincou muito com o grupo. Os problemas que tivemos foram resolvidos. A convivência do grupo com ele [Ricardinho] tem sido muito boa”, analisou Bruno, que dividiu o tempo em quadra com o concorrente na partida deste sábado contra o Canadá pela Liga Mundial.

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A possibilidade de passar a ser reserva não intimida Bruno. Segundo ele, as opções ganhas com o retorno de Ricardinho fazem o time ganhar em qualidade. “O importante é que a gente possa revezar em momentos de dificuldade e complicar o adversário”, afirmou o jogador que, no entanto, deve ser o titular na partida de domingo contra a Polônia.

A grande diferença de idade entre os dois faz Bruno tratar o companheiro como uma espécie de professor. Enquanto Ricardinho tem 37 anos, Bruno está na casa dos 25 e certamente vai vestir a camisa da seleção por muitos anos.

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“Eu aprendo a cada dia com o Ricardo. Procuramos conversar muito sobre a equipe e fazer o melhor. Ele é um levantador mais experiente", comentou Bruno.

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Do outro lado o discurso é parecido. Com a lista para os Jogos de Londres ainda em aberto. Ricardinho prefere tratar sua passagem pela seleção como um teste. “Ainda não sei se estarei na Olimpíada. Espero que sim, mas isso ainda não foi definido. Por enquanto quero estar
aqui e aproveitar a oportunidade para ajudar a equipe da melhor forma possível”, disse Ricardinho.

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