"O coração bateu um pouco diferente. E, como já estava frio, fiquei com o estômago mais gelado", disse o levantador brasileiro após partida na Liga Mundial

Estadão Conteúdo

Primeiro, foi o retorno à seleção, após cinco anos de ausência. Agora, a reestreia diante da torcida brasileira. O levantador Ricardinho admitiu que "o coração bateu um pouco diferente" no início da partida contra a Finlândia, vencida por 3 sets a 0 , no Ginásio Poliesportivo, em São Bernardo do Campo, nesta sexta-feira. Foi o primeiro jogo da terceira rodada da Liga Mundial e o veterano ficou praticamente toda a partida em quadra.

Ricardinho, levantador da seleção
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Ricardinho, levantador da seleção

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"Você vê seus amigos, pessoas que te acompanham há muitos anos presentes no ginásio e contentes com a minha presença na seleção novamente. É uma coisa que não tem como não se emocionar, foi um flashback de tudo o que eu já passei na seleção", disse o levantador. "O coração bateu um pouco diferente. E, como já estava frio, fiquei com o estômago mais gelado".

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Ao contrário do que aconteceu nas outras partidas da Liga Mundial, Ricardinho teve mais tempo de quadra, um reflexo de seu maior entrosamento com os jogadores, especialmente Wallace, principal pontuador do Brasil na partida, com 14 acertos. "O oposto é sempre a referência para o levantador, e eu estou tendo o feedback dele. A gente vem treinando bastante e mais uma vez fomos bem".

O técnico Bernardinho tem sido só elogios ao levantador, após os desentendimentos que ficaram no passado. "A postura e a atitude dele têm sido exemplares. Tudo o que eu posso fazer é a agradecer e parabenizá-lo pelo o que ele tem proporcionado à seleção".

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