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Vôlei

30/11 - 16:56

Inchada, edição 2009/10 da Superliga promete equilíbrio
A nova edição do torneio terá um recorde de equipes participantes, com 17 times no masculino e mais 13 no feminino

Agência Estado

SÃO PAULO - A temporada 2009/10 da Superliga nacional de vôlei começa na próxima quinta-feira com a mesma promessa da anterior: muito equilíbrio, partidas de alto nível e grandes jogadores em ação, com o retorno ao País de estrelas da seleção brasileira como Giba, Gustavo, Murilo, Rodrigão e Jaqueline. A nova edição do torneio terá um recorde de equipes participantes, com 17 times no masculino e mais 13 no feminino.

"Nunca joguei uma competição com tantos clubes", afirmou Gustavo, contratado recentemente pelo Pinheiros/Sky, que ainda conta com estrelas como Giba, Rodrigão e Marcelinho, e promete ser um dos destaques da Superliga - tenta derrubar o atual vencedor Cimed.

O presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Ary Graça, explicou o inchaço. "Eu sei que muita gente vai reclamar disso, mas é um direito das cidades terem um representante no campeonato. Nesta Superliga, mais regiões do Brasil estão envolvidas", disse Graça nesta segunda-feira, no evento de lançamento da Superliga, no Clube Sírio, em São Paulo.

Para ele, o País já tem hoje a melhor liga nacional de vôlei do mundo. "Lá fora eles têm caras de mais países misturados, mas os campeões do mundo estão aqui. A Itália, por exemplo, tem agora só uma ligazinha com bons jogadores", provocou Ary, se referindo ao campeonato que por muito tempo foi considerado disparado o melhor do planeta.

E os jogadores concordam com o presidente. "Aqui temos somente equipes fortes na disputa, todos os times têm chances de brigar pelo título. Minha expectativa neste momento é a melhor possível", destacou Giba.

"É bom demais ver várias jogadoras que estavam fora voltando, isso vai deixar a Superliga mais emocionante e ainda mais difícil", afirmou Natália, do Sollys/Osasco, atual campeã do Grand Prix com a seleção brasileira.

A líbero Fabi, do Unilever (ex-Rexona/Ades, atual tetracampeão consecutivo), acredita em uma disputa mais acirrada em relação à temporada anterior. "Ano passado dissemos que a Superliga seria a melhor de todas, mas nada como o ano seguinte, porque agora será melhor ainda. Teremos aqui praticamente todos os campeões olímpicos."


ESTRELAS
Na Superliga feminina, são pelo menos 15 jogadoras que recentemente integraram a seleção brasileira: Fabi, Fabiana, Carol Gattaz, Dani Lins e Joycinha (Unilever); Adenízia, Sassá, Natália, Camila Brait, Ana Tiemi, Thaísa e Carol Albuquerque (Osasco); e Mari, Sheilla e Fofão (Blausiegel/São Caetano). Além disso, o torneio terá como atração a cubana Regla Bell, campeã olímpica em 1992, 1996 e 2000, atuando pelo São Caetano.

Entre os homens, outros 15 têm passagens recentes ou são atuais integrantes do grupo de Bernardinho: Bruno Rezende, Éder, Lucão, Mário Jr. e Thiago Alves (Cimed); Giba, Rodrigão, Gustavo e Marcelinho (Pinheiros); Murilo e Sidão (Sesi); Serginho e Marlon (Brasil Vôlei Clube/São Bernardo); e André Heller e André Nascimento (Vivo/Minas).

A única perda significativa em relação à temporada 2008/09 fica por conta de Paula Pequeno, que deixou o Osasco para jogar no vôlei russo. Já Dante, que havia sido contratado pelo São Bernardo, recebeu boa proposta e resolveu sair novamente do País sem sequer disputar uma edição da Superliga.


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