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Vôlei

04/06/2009 - 16:43

Técnico desde o começo: a esperança do São Caetano para 2009/2010
"Esse ano, com o Mauro montando o time do jeito que ele quer, vai ser muito mais legal para a gente", disse Mari

Gazeta Esportiva

SÃO CAETANO DO SUL - Formado na última temporada com o objetivo de acabar com a hegemonia de Rexona/Ades e Finasa/Osasco no cenário nacional, o time do São Caetano/Blausiegel decepcionou e não passou de um terceiro lugar na Superliga 2008/2009, a despeito de contar com as campeãs olímpicas Mari, Sheilla e Fofão no elenco.

E, para evitar que a história se repita novamente, a equipe aposta no técnico Mauro Grasso, ex-Minas. Ao contrário de Antonio Rizola, que também trabalhava na seleção brasileira juvenil, o novo treinador estará a temporada inteira à disposição do grupo do Grande ABC.

"Achamos que sofremos um pouco com a ausência do técnico no início da temporada passada", admitiu Marcelo Hahn, presidente da Blausiegel. "Dessa vez, toda a comissão técnica terá tempo de atualizar a equipe", afirmou.

As jogadoras concordam. "Esse ano, com o Mauro montando o time do jeito que ele quer, vai ser muito mais legal para a gente. Acredito que o grupo vai estar mais entrosado e os treinos serão mais intensivos", comentou a ponteira Mari.

Para piorar a situação, no meio da última temporada, Rizola saiu da equipe devido a problemas pessoais e de saúde. Em seu lugar assumiu o assistente técnico Chicão. "Ele é um excelente técnico, mas tem que se preparar melhor para comandar um time desse nível", avaliou Mari, que completou revelando ter ficado "frustrada" com a campanha do ano passado.

Outro problema apontado para o fracasso do São Caetano foi a montagem de um elenco desigual, no qual as três campeãs olímpicas ficavam sobrecarregadas. "Mas esse ano já está bem melhor", acredita Grasso, que teve reforços como as centrais Juciely e Natália, vindas do extinto Brasil Telecom. "O piano continuará ali, mas todo mundo vai ter que carregar. Se ele ficar só em cima de algumas jogadoras, o time vai começar a arrastar uma perna", comparou o técnico.

Mauro só lamenta o fato de não poder contar com Mari e Sheilla no começo do trabalho, já que ambas estarão na seleção brasileira.

"É sempre complicado, porque jogador de seleção volta em outro nível do trabalho físico. Mas pelo menos a Fofão vai ficar e poderá se entrosar com as outras jogadoras desde o começo. E ela também não vai ter muito problema com a Mari e com a Sheilla porque já se conhecem de jogar aqui e na seleção", destacou.

Para a oposto Sheilla, o caminho é começar tudo de novo. "Por mais que a base do time tenha sido mantida, temos que voltar ao zero até porque estamos com um outro técnico. Não sei porque o time não engrenou no ano passado, mas o jeito agora é começar tudo de novo", afirmou.

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