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27/10 - 17:19

Ary Graça revela: Giba recusou proposta milionária do Cimed
“O Giba teve ofertas idênticas à que ele tem lá fora: ganharia R$ 2,1 milhões por ano na Cimed”

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Dos 12 brasileiros que foram vice-campeões olímpicos em Pequim este ano, sete disputarão a Superliga masculina: os levantadores Marcelinho e Bruninho, os opostos Anderson e André Nascimento, o ponteiro Murilo, o central André Heller e o líbero Serginho. A lista poderia ser maior caso Giba, o grande astro da equipe verde-amarela, não tivesse rejeitado retornar ao País após receber uma excelente oferta do Cimed/Brasil Telecom.

“O Giba teve ofertas idênticas à que ele tem lá fora: ganharia R$ 2,1 milhões por ano na Cimed”, revelou Ary Graça, presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). “Ele mesmo me disse que não poderia aceitar depois de tudo o que os russos fizeram para contratá-lo e não queria rescindir o vínculo com a equipe. Mas garantiu que no próximo ano retorna ao Brasil”, complementou.

Capitão da seleção brasileira masculina de vôlei, Giba assinou com o Iskra Odintsovo em 2007. Grande nome do ascendente Campeonato Russo, o ponteiro camisa 7 é um dos atletas mais bem pagos do país europeu.

Mas não foi apenas Giba que preferiu continuar na Europa. De acordo com Ary Graça, todos os integrantes das seleções brasileiras masculina e feminina de vôlei nas Olimpíadas receberam propostas de clubes nacionais para a disputa da Superliga. Mas recusaram, por motivos pessoais.

“Todos os jogadores que não voltaram tiveram boas propostas”, assegurou o mandatário, que deu exemplos. “A Jaqueline e o Murilo tiveram ofertas maravilhosas, mas estão apaixonados e resolveram ficar lá na Espanha. A Walewska também, mas está feliz com o marido na Rússia. Só que vai acabar congelando lá”, brincou Graça, que não parou por aí.

“Os Estados Unidos são os atuais campeões olímpicos no masculino, mas todos os jogadores da seleção atuam na Rússia. A tendência agora é que os estrangeiros queiram vir para o Brasil, mas acho que nenhum jogador italiano, por exemplo, faria sucesso no Brasil. De todos os olímpicos, talvez o (norte-americano Clayton) Stanley se desse bem”, concluiu, lembrando o jogador destaque em Pequim-2008.


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