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Vôlei

08/09 - 13:57

Carol garante permanência, mas Walewska diz que sai
Walewska deve ao menos cumprir os planos de se afastar da equipe nacional nas próximas temporadas

Gazeta Esportiva

FORTALEZA - Reserva de Fofão nas Olimpíadas de Pequim, Carol Albuquerque desistiu de seguir os passos da companheira e permanecerá com a seleção brasileira feminina de vôlei. A decisão da atleta foi comunicada pelo técnico José Roberto Guimarães após a decisão do Final Four, torneio disputado em Fortaleza no qual a jogadora mais vitoriosa do voleibol nacional vestiu pela última vez a camisa verde-amarela.

“A Carol vai continuar na seleção e vai dar seqüência ao trabalho”, comentou o técnico Zé Roberto, que inicialmente deve promover Carol ao posto de titular da equipe medalhista de ouro na China. “Agora é só esperar para saber quem vai se juntar ao grupo”, emendou.

O próprio Zé Roberto já adiantou que Fabíola, Dani Lins e Ana Tiemi são os nomes mais cotados para integrar a posição de levantadora na seleção brasileira nos próximos anos. Destes, ele só não convocou a última no ciclo olímpico recém-encerrado. Coincidentemente, Tiemi joga com Carol na equipe do Finasa/Osasco.

Walewska
Apesar de as atenções estarem voltadas a Fofão, quem também disse estar se despedindo após o Final Four foi a central Walewska. Porém, ao contrário da capitã, a mineira não mostrou, nos últimos meses, ter certeza absoluta de sua decisão.

Independente disto, Wal deve ao menos cumprir os planos de se afastar da equipe nacional nas próximas temporadas. “Estou na seleção desde 94, participei de três Olimpíadas. Tenho outros planos: estudar, casar e ter filhos. Também quero jogar ainda mais dois ou três anos fora do Brasil. Encerrei mais um ciclo olímpico. O que vou sentir mais falta neste grupo é a união”, destacou.

A renovação no caso de Wal também será bem menos traumática que com relação a Fofão, visto que o Brasil já apresenta centrais experientes e de excelente nível técnico para substituí-la, caso de Carol Gattaz. “A seleção brasileira agora vai viver uma nova era. Temos material humano para substituir quem está deixando o time”, reconheceu a duas vezes medalhista olímpica (bronze em Sidney-2000 e ouro em Pequim-2008).


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