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Vôlei

19/07 - 11:32

No último teste, Brasil não dá chances para a Venezuela

Jogando muito bem, o time do técnico Bernardinho bateu os rivais por 3 sets a 0, parciais de 25/19, 25/20 e 25/17

Gazeta Esportiva

GOIÂNIA - Última chance de arrumar os detalhes da equipe para a disputa da fase final da Liga Mundial e para a Olimpíada de Pequim, o duelo deste sábado contra a Venezuela foi muito bem aproveitado pela seleção brasileira masculina de vôlei.

Para alegria da torcida que lotou o Goiânia Arena, os jogadores da equipe nacional ouviram a bronca do técnico Bernardinho após o duelo desta sexta: apesar de garantir ter gostado da atuação do time em quadra, o exigente treinador pediu melhora na defesa e no bloqueio.

A reclamação foi fruto do apertado placar em dois sets do primeiro duelo em Goiás, que terminou em 25/23, 25/16 e 29/27. Os jogadores então seguiram as instruções à risca e fizeram do bloqueio um de seus principais fundamentos desde o início da partida.

Com a proximidade das datas mais importantes da temporadas, os jogadores brasileiros mostraram que estão chegando perto do melhor de suas formas físicas e técnica. Na posição de central, por exemplo, Gustavo, André Heller e até mesmo Rodrigão estiveram muito bem.

Este último, aliás, começou como titular pela segunda vez na temporada - no mês de março Rodrigão machucou seriamente o joelho e ficou ameaçado de perder os Jogos Olímpicos, mas apresentou impressionante recuperação e voltou às quadras dois meses antes do normal.

Outro jogador a fazer uma bela apresentação foi André Nascimento, que no primeiro set chegou a cravar no chão uma sensacional bola levantada de machete pelo Escadinha do fundo de quadra. O líbero brasileiro, aliás, fez um bom trabalho para deter o principal jogador da Venezuela, o oposto Harry, que mesmo assim ainda marcou 13 pontos.

Porém, comprovando a principal reclamação do técnico brasileiro Ricardo Navajas nesta sexta, Harry falhou nos momentos decisivos e uma boal sua foi a responsável por fechar o primeiro set do Brasil. No banco da Venezuela o que se viu foi muita tensão, com Navajas, conhecido por seu forte temperamento, discutindo seriamente com os atletas.

Sem nada a ver com isto, o Brasil seguiu impôs um ritmo impressionante em quadra. Na terceira etapa, inclusive, Bernardinho chegou a dar machete em uma bola que sobrou para o seu lado. Com isso, o ponto final veio com uma bela cortada do reserva Samuel com um salto do fundo de quadra. O time nacional volta à quadra na próxima quarta-feira, quando encara a Rússia no Rio de Janeiro, já pelas finais da Liga Mundial.


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