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17/07 - 13:56

Brasil vê Venezuela como um “bom teste” para a fase final

"Sabemos que a Venezuela tem como ponto alto seu poderio ofensivo"

Gazeta Esportiva

GOIÂNIA - De olho no oitavo título da Liga Mundial, a seleção brasileira masculina de vôlei acredita que os dois confrontos contra a Venezuela, programados para esta sexta e sábado em Goiânia, serão bons testes para que o time se prepare para a fase final da competição, na semana que vem. As partidas valem pela última rodada da fase intercontinental e os adversários já estão eliminados da disputa.

“Sabemos que a Venezuela tem como ponto alto seu poderio ofensivo. Como enfrentaremos equipes assim na fase final da Liga Mundial, podemos usar esses dois confrontos como bons testes”, analisou o técnico Bernardinho.

Ele é acompanhado por Dante, maior pontuador das duas últimas partidas do time nacional no torneio, contra a França no último final de semana. “Estamos vindo de um confronto com uma equipe que tinha mais volume de jogo, mas não um ataque forte. Como os venezuelanos têm essa característica, poderemos melhorar nosso bloqueio e defesa. E esses fundamentos serão muito importantes para que consigamos ter boas atuações na fase final da Liga Mundial”, avalia.

Outro que vê com bons olhos os jogos contra o time Sul-Americano na sexta e última rodada da fase intercontinental é o levantador Marcelinho. Para ele, nesse momento de crescimento, jogos como este são importantes.

“As partidas estão acontecendo e estamos melhorando gradativamente. A Venezuela tem um time forte, com um saque poderoso e, com certeza, será uma boa preparação para chegarmos próximos dos 100% para a fase final da Liga Mundial”, analisa.

E o adversário será ainda mais forte, de acordo com o líbero Escadinha. Como já atuou sob a batuta do técnico brasileiro que comanda a Venezuela, Ricardo Navajas, o jogador crê que os jogos bem complicados, a despeito da fraca campanha na Liga Mundial: uma vitória em dez jogos.

“O Navajas conhece nosso time. Ele já trabalhou com praticamente todos os jogadores deste grupo e conhece as deficiências e qualidades de cada um. Além disso, a Venezuela é uma equipe que sabe jogar voleibol e merece todo nosso respeito. Não serão jogos fáceis”, analisa o líbero.

Assim como seus companheiros, o capitão Giba dá a devida importância aos jogos e sente o bom momento do time. “É hora de crescer na competição para chegar bem às finais. Estamos evoluindo a cada partida que jogamos juntos e nesses dois jogos não será diferente”, conclui o ponteiro.

Brasil e Venezuela já se enfrentaram 52 vezes na história, com 50 êxitos para o time verde-amarelo. As duas únicas vitórias dos venezuelanos se deram em Jogos Pan-americanos: a primeira em Mar del Plata-1995 e a segunda na semifinal de Santo Domingo-2003, naquela que pode ser considerada a maior derrota da vitoriosa Era Bernardinho.


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