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Vôlei

13/07 - 19:51

Em nova posição, Mari diz que Atenas é passado

Na partida válida pelo bronze, contra Cuba, ela entrou abalada e foi substituída ainda no primeiro set

Gazeta Esportiva

YOKOHAMA (Japão) - Eleita a melhor jogadora do Grand Prix, a atacante Mari vive nova fase na seleção brasileira feminina de vôlei. Transferida da posição de oposto para a de ponta pelo técnico José Roberto Guimarães, Mari encara o desafio com tranqüilidade e reafirma que a experiência negativa nos Jogos Olímpicos de Atenas-2004 foi deixada para trás.

Quarta colocada com o Brasil na Grécia, aos 20 anos, Mari teve de lidar com a pressão pelo resultado frustrante de uma equipe considerada favorita absoluta no evento. Nas mãos da jogadora, a seleção perdeu quatro chances de fechar o jogo contra a Rússia na semifinal e deu adeus à disputa pelo ouro.

Na partida válida pelo bronze, contra Cuba, ela entrou abalada e foi substituída ainda no primeiro set. Rumo a Pequim, Mari tem apenas um pensamento em mente. “Vou tentar fazer o melhor. Não penso mais na Olimpíada passada”, garante.

Na nova posição, ela tem conseguido bom rendimento e fechou a fase final do GP como a principal pontuadora do Brasil, com 19 pontos. “A Mari está nessa função há pouco tempo. Pensei que seria interessante uma jogadora da altura dela nessa posição, já que ela bloqueia e tem um bom passe”, explica Zé Roberto.


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