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Vôlei

18/06 - 15:26

Zé Roberto prega respeito na busca do sétimo título brasileiro
Com o status de equipe recordista de títulos no Grand Prix de vôlei, a seleção brasileira feminina estréia nesta sexta-feira na competição, em Ningbo, na China. Vencedor em seis edições, 94/96/98/04/05/06, o Brasil estreará às 4 horas (horário de Brasília), enfrentando a Tailândia, com transmissão pela Sportv .

Gazeta Esportiva

Para o técnico José Roberto Guimarães, o grupo não pode subestimar a concorrência no evento, que serve de preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim. A seleção da casa, aliás, é apontada por ele como primeiro grande teste da equipe no torneio.

“É importante estarmos na final do Grand Prix porque essa é a nossa preparação para a Olimpíada”, destacou após o treino do período da manhã desta quarta. E para evitar surpresas, o grupo também analisou vídeos da seleção tailandesa, que até hoje, após seis confrontos, nunca venceu o Brasil.

“A Tailândia é uma equipe que joga nos padrões asiáticos, com fintas e velocidade. Apesar de ser um time baixo, não se pode brincar”, diz Zé Roberto, que não poderá contar com sua levantadora titular, Fofão, nas primeiras rodadas.

A jogadora machucou o joelho esquerdo no segunda amistoso do Brasil contra os Estados Unidos. Seu retorno à quadra está previsto apenas para a terceira semana da competição.

Se não terá Fofão, dona de cinco títulos do evento, o Brasil contará com uma substituta de experiência na posição, Carol Albuquerque. Assim como a meio-de-rede Walewska, ela completará 50 jogos pela seleção no Grand Prix.

As duas estrearam no GP em 1999, quando o Brasil foi vice-campeão, perdendo a final para a Rússia. “Cada Grand Prix tem uma história diferente. Passei por grupos mais maduros e outros mais renovados”, lembra Walewska. “Agora, a competição será importante para que a gente possa colher o máximo de informações sobre as outras seleções para os Jogos Olímpicos de Pequim. Temos que aproveitar a oportunidade de adquirir este conhecimento”.

Carol está tranqüila quanto à responsabilidade de manter o ritmo do grupo para a defesa da tradição de vitórias. “Sempre que uma jogadora se machuca, o grupo ajuda bastante, e comigo não está sendo diferente. Os três amistosos contra os Estados Unidos foram muito bons, e também dá tempo da Fofão se recuperar”.

O Brasil foi campeão pela primeira vez em 94, jogando em Xangai, batendo Cuba na final. O segundo título foi no mesmo palco, e mais uma vez, contra as cubanas, dois anos depois. Já o terceiro, em 98, foi sobre a Rússia, em Hong Kong. Em 2004, em Reggio Calábria, as brasileiras superaram as donas da casa, que voltaram a ser as adversárias da decisão de 2005, em Sandai, no Japão. Em 2006, novamente em Reggio Calabria, a seleção superou a Rússia.

A seleção este no pódio ainda em outras três oportunidades: prata, em 95 e 99 e bronze, em 2000.

Depois do Brasil, a Rússia foi quem mais venceu no Grand Prix com três títulos (97/99/02).

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