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Vôlei

16/06 - 15:12

Samuel e Sidão: das lesões à seleção brasileira
Além de Nalbert, outros dois jogadores que defenderam a seleção brasileira masculina de vôlei neste domingo passaram os últimos meses às voltas com lesões que prejudicaram seus desempenhos nas quadras. Apontado por muitos como o maior talento da nova geração, o atacante Samuel Fuchs não jogava há cerca de três meses por conta de um tendinite no ombro direito.

Gazeta Esportiva

Sidão, por sua vez, passou boa parte de 2007 recuperando-se de uma lesão no joelho direito.

“Acredito que a vitória deste domingo valeu pela superação. Não fiz uma excelente partida, mas estou bastante contente por ter ganho, já que estava há muito tempo parado. Não estava jogando desde que cheguei da Rússia”, comentou o atleta, que nesta temporada trocou o Lokomotiv Belgorod pela Ulbra/UpTime/Suzano.

Samuel, entretanto, confessou que ainda não está totalmente recuperado da lesão. “Ainda estou sentindo bastante dor, mas estou fazendo um trabalho forte de fisioterapia. Também tomei uma bolada na mão hoje (domingo), na hora de fazer um bloqueio, mas é coisa normal e eu vou tratar com gelo”, destacou o jogador, responsável por 23 pontos neste domingo.

Após a partida, o técnico Bernardinho elogiou o atacante. Entretanto, deixou claro que ainda espera mais de Samuel. “Ele teve altos e baixos. Teve horas que impressionou e vai ser o protagonistas das imagens na TV, mas isso não adianta nada se os números não forem tão bons. No ataque ele foi bem, mas no contra ataque nem tanto”, avaliou. De acordo com as estatísticas da partida, Samuel pontuou em 22 de 36 tentativas.

Sidão - Provável convocado caso Rodrigão não se recupere a tempo das Olimpíadas, Sidão está mais tranquilo e se diz completamente recuperado. “Graças a Deus e depois de muito trabalho, eu posso dizer que estou 100%. Tive uma fase muito ruim na Itália, de ficar parado muitos meses e até pensar em operar o joelho de novo. Mas eu consegui dar a volta por cima, com a ajuda do preparador físico e do Bernardo”, comemorou.

Com planos de fazer um contrato de dois ou três anos com o time italiano do Modena, o qual defendeu na última temporada, o meio-de-rede fez uma auto-avaliação de seu desempenho no segundo duelo contra a Sérvia. “Meu melhor fundamento foi o ataque e o bloqueio, os quais eu sempre costumo fazer bem. Só que, não sei o porquê, meu saque não entrou”, destacou o jogador, que também tirou uma lição importante da vitória suada deste domingo.

“Fizemos um jogo bom, mas que poderia ter sido melhor. Vai servir para a gente aprender que devemos jogar mais com a cabeça do que com a força. Foi o que aconteceu no terceiro set: queríamos fechar o set logo e acabamos perdendo uma parcial que estava quase definida. Temos que ralar para jogar melhor”, analisou.

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