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Vôlei

16/06 - 14:45

Bernardinho critica juíza do segundo confronto contra a Sérvia
Técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Bernardinho não escondeu a insatisfação com a atuação da juíza norte-americana Patricia Salvatore, responsável por comandar o segundo jogo entre Brasil e Sévia, válido pela Liga Mundial.

Gazeta Esportiva

Questionado sobre o tema, o treinador a definiu como “fraca e arrogante”.

“Na minha opinião, ela é fraca. Mas para mim, o pior defeito nem é esta, pois também sou fraco em muitas coisas. O problema é quando a pessoa é fraca e não tem humildade”, disparou Bernardinho, para quem indiretamente as falhas alteraram o desempenho do Brasil. “Ela não tem timing e apitava de forma muito rápida, sem esperar o que ia acontecer. O Bruno sofreu com isso e às vezes ficou meio perdido para armar as jogadas”, emendou.

“Ela errou porque é fraca. Eu acho que em tudo na vida tem que usar o mérito. Essas coisas de cotas, por exemplo, são um absurdo para a mim. Se a juíza é boa, vai estar na final das Olimpíadas, não por ser mulher, homem... vai estar lá. Senão, ela tinha que voltar para o vôlei de praia, de onde veio”, completou o treinador da seleção brasileira.

As críticas não partiram somente do lado brasileiro. Apesar de se dizer satisfeito com o desempenho apresentado nas duas derrotas para o Brasil, o técnico da Sérvia também não poupou a juíza. “No final do quarto set, apareceram alguns problemas com a juíza”, apontou Igor Kolakovic, que, por outro lado, reconheceu o mérito dos brasileiros. “Parabéns ao Brasil pela vitória. Vamos nos lembrar desta torcida e deste ambiente fantástico por muito tempo”, elogiou.

De acordo com Bernardinho, não existia nenhum clima de hostilidade entre os jogadores das duas equipes, apesar de discordâncias com relação ao que a juíza marcava em algumas jogadas. “Há muita amizade entre os jogadores brasileiros e sérvios, pois muitos jogam no mesmo time na Europa. Não houve nenhum tipo de desgaste entre eles”, ressaltou.


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