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14/06 - 16:39

Giba admite: teve medo que contusão o tirasse das Olimpíadas
Presente ao ginásio do Ibirapuera para apoiar os companheiros de equipe, Giba estava visivelmente aliviado com o fato de sua torção no tornozelo esquerdo não ter gerado consequências mais sérias. Estrela da seleção masculina, o ponteiro confessou que chegou a pensar no pior depois de ter pisado em uma bola durante um treino da equipe na última quinta.

Gazeta Esportiva

De acordo com o departamento médico da seleção, ele voltará a ter condições de jogo daqui a um mês, ainda a tempo de atuar contra a França em Belo Horizonte e contra a Venezuela, em Goiânia. “A gente sempre pensa no pior, ainda mais tendo um passado como o Mundial de 1998, quando eu torci o pé e fiquei dois meses parado. Se fosse o mesmo tempo de recuperação novo, eu teria perdido as Olimpíadas. O medo teve, mas passou e foi embora”, garantiu o jogador.

“Foi um belo de um susto. Temos que rezar bastante, pois primeiro o Rodrigão machuca o joelho, depois sou eu... Precisamos nos unir ainda mais este ano e rezar para que nada dê errado”, acredita o atacante, que ainda sente dores e tem o tornozelo inchado. “Foi a melhor lesão que eu poderia ter sofrido. Toda a comissão técnica e médica me falou para ficar tranquilo porque eu estaria nas finais da Liga e nas Olimpíadas. E eu confio muito neles”, destacou.

Ele assegura que o imprevisto não vai prejudicar sua preparação para a fase final da Liga Mundial, que será no Rio de Janeiro, e consequentemente para as Olimpíadas de Pequim. “Dentro do meu planejamento, eu estou perdendo apenas os dois jogos de São Paulo, pois já estava combinado de o time titular não iria enfrentar a Venezuela e a França fora de casa. Será preciso estar muito bem fisicamente, porque as viagens depois das finais da Liga vão ser pesadas. Serão dois dias no Canadá, depois no Japão e aí sim Pequim”, adiantou.

Técnico da equipe, Bernardinho também não vê problemas com o fato de Giba desfalcar a seleção neste final de semana. “Ele é um atleta importante, mas, se tivesse jogado hoje, talvez não teria sido o Giba dos melhores momentos, pois está treinando efetivamente há três semanas apenas. Ao longo destes sete anos na seleção, tivemos ausências importantes em alguns momentos, como o Nalbert em 2004 (por contusão) e o Gustavo em 2006 (a esposa do jogador estava doente)... E o time sempre foi bem”, reparou.

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