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Vôlei

14/06 - 16:14

Brasileiros culpam falta de ritmo por excesso de erros
Mesmo saindo contente do ginásio do Ibirapuera, o público paulista viu algo incomum nos jogos da seleção brasileira masculina de vôlei: muitos erros. Nesta primeira partida da temporada, os campeões olímpicos e mundiais empataram em número de pontos cedidos ao adversário em erros: 28 para cada lado.

Gazeta Esportiva

“Tivemos o mesmo número que eles neste aspecto, o que não pode acontecer, pois somos um time mais experiente que a Sérvia”, comentou o técnico Bernardinho. Ao contrário do esperado, o treinador não estava irritado com o desempenho do Brasil. “Eles já fizeram algumas partidas este ano e talvez tenham um pouco mais de ritmo que a gente”, emendou.

Os atletas usaram o mesmo argumento do treinador. E, assim como Bernardinho, não demonstraram muito preocupação. Até porque este foi apenas o primeiro jogo do ano. “Faltou a malícia do jogo devido ao fato de muitos atletas jogarem longe e não ter havido nenhum tipo de amistoso no ano. Treino é uma coisa e jogo é outro”, lembrou o oposto Anderson.

Responsável por oito pontos neste sábado, André Heller afirma que ainda não é o momento para cobranças. “Desde dezembro, esse time não joga junto e a preparação final para Pequim começou hoje. Neste momento, temos que nos concentrar no nosso jogo e não no dos adversários”, explicou o central. “Apesar de a Sérvia ser nossa adversária na primeira fase em Pequim, esse jogo não serve como parâmetro”, completou.

O levantador Bruninho, por sua vez, lembrou de duas jogadas com o ponteiro Dante que não deram certo. “Ali faltou um pouco de sincronismo, o que culminou nos pontos deles. Foram erros naturais, até porque eu não costumo treinar muito com ele atacando daquela posição, mas vamos melhorar. Não podemos pensar só em vitória e esquecer nosso objetivo lá na frente (as Olimpíadas)”, destacou.

Para Anderson, não há muito o que se fazer para melhorar este aspecto para o segundo duelo contra a Sérvia, programado para domingo. “Acho difícil mudar bastante, mas podemos entrar mais ligado e sabendo melhor o que o time deles poderia fazer. Como não jogamos com eles ano passado, quebrou muito essa coisa de conhecer os jogadores, mas amanhã a maneira de eles jogarem vai estar mais fresco na memória”, acredita.

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