Meia repetiu críticas feitas aos dirigentes e membros da comissão técnica, mas não pretende sair do clube

O meia Valdivia repetiu nesta quarta-feira as críticas feitas aos dirigentes e aos membros da comissão técnica do Palmeiras, mas descartou a possibilidade de deixar a equipe. O chileno declarou que precisa ser mais respeitado no clube e detonou Wladimir Pescarmona, diretor de futebol do Palmeiras.

"Pescarmona pra mim não é diretor. Ele nos trata mal, desrespeita jogadores, não merece comentários", afirmou, culpando o dirigente por turbulências no Palmeiras. "Isso cai muito mal dentro do grupo. Não é bom para o ambiente. Ele não é dirigente, é torcedor", completou, em entrevista à TV Bandeirantes.

Valdivia negou que pretenda deixar o Palmeiras, mas pediu para o clube alterar o tratamento dado a ele. "Nunca pensei em sair. Só disse que preciso ser respeitado como pessoa", disse o chileno, que negou desentendimentos com o técnico Luiz Felipe Scolari. "Meu relacionamento com Felipão é de treinador com jogador. É normal".

O chileno evitou comentar sobre o atraso no pagamento dos salários do Palmeiras. "Não sou o cara para falar disso. Mas eu confio muito nas pessoas do Palmeiras, nas pessoas do departamento financeiro. Sei que eles lutam muito para acertar nossos salários", comentou.

Valdivia culpou as lesões pelas atuações apagadas em 2010. "Joguei fora das minhas condições ideais. Quando tive uma semana para treinar, fiquei perto da minha plenitude, joguei bem", justificou. "Joguei muitas vezes machucado porque gosto muito do Palmeiras, do torcedor", completou.

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