Brasileiro acredita que não jogou tudo que pode e projetou crescimento até o Aberto dos EUA

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Depois de uma sequência de resultados negativos no piso duro, Thomaz Bellucci afirmou nesta terça-feira que não se abalou com as derrotas e projetou crescimento até o Aberto dos EUA, último Grand Slam do ano.

"Não obtive os resultados que gostaria nas últimas semanas. Ainda não joguei tudo que posso e sei que tenho potencial para evoluir ainda mais. Eu e o Larri [Passos, treinador] estamos trabalhando diariamente para obter melhores resultados, dia após dia. Cada detalhe do meu jogo está sendo trabalhado dentro e fora da quadra", afirmou o número 1 do Brasil, que deixou de competir no saibro para se dedicar aos torneios de piso rápido neste segundo semestre.

Bellucci, porém, não tem mostrado bons resultados desde Wimbledon. Ele acumula três vitórias e quatro derrotas, a última delas logo na estreia do Masters 1000 de Cincinnati, na segunda-feira. "Sabemos que é uma questão de tempo para os resultados aparecerem. O circuito é duro, cada semana é uma batalha. Em uma semana você pode ganhar do número 4 e perder para o número 100. Os jogadores são seres humanos, erram como outra pessoa qualquer", justificou.

Focado na preparação para o Aberto dos EUA, o brasileiro minimizou a reação negativa de Larri durante o jogo de segunda. O treinador, presente na arquibancada, demonstrou insatisfação a cada erro do seu pupilo, que sofreu uma dolorosa virada no tie-break do segundo set, diante do espanhol Fernando Verdasco.

"Eu e o Larri continuamos mais fortes do que nunca, conhecemos nossos limites. Não será qualquer derrota e nem uma caída no ranking que vai nos abalar. Temos objetivos traçados e vamos alcançá-los com muito trabalho e dedicação, cedo ou tarde", disse Bellucci, que, por conta das últimas quedas no ranking, poderá perder a vaga de cabeça de chave no Grand Slam americano.

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