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    <title>iG Esporte :: Tênis</title>
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    <description>Tênis</description>
    <language>pt-br</language>
    <pubDate>Sat, 07 Nov 2009 18:11:14 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[iG Esporte :: Tênis]]></title>
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      <title><![CDATA[João Souza vai à final do Challenger de tênis de Medellín]]></title>
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      <description>&lt;P&gt;Feijão superou o sexto pré-classificado do torneio e fará sua primeira final em um Challenger&lt;/P&gt;BOGOTÁ (Colômbia) - O tenista brasileiro João Souza, o Feijão, venceu o espanhol Pere Riba por 2 sets a 0, com parciais de 7-5 e 6-4, e está na decisão do Challenger de Medellín, na Colômbia. Número 183 do mundo, Feijão superou o sexto pré-classificado do torneio e fará sua primeira final em um Challenger de tênis.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Seu adversário será o argentino Juan Ignacio Chela, cabeça-de-chave número um da competição. Ex-número 15 do Ranking da ATP, ele bateu o compatriota Eduardo Schwank, campeão deste torneio em 2007, com parciais de 6-3 e 6-2.</description>
      <pubDate>Sat, 07 Nov 2009 18:00:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <title><![CDATA[Federer elimina compatriota e busca tetra contra Djokovic]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/07/federer+elimina+compatriota+e+busca+tetra+contra+djokovic+9042165.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Suíço também teve trabalho para superar o compatriota Marco Chiudinelli na outra semifinal&lt;/P&gt;BASILEIA (Suíça) - O suíço Roger Federer se classificou para a&amp;nbsp;quarta decisão consecutiva do ATP 500 da Basiléia na tarde deste sábado. Diante do sérvio Novak Djokovic, que também venceu seu compromisso na semifinal, o atual número 1 do mundo tenta o tetracampeonato do torneio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Cabeça de chave número 2, Djokovic foi o primeiro a avançar. Em um jogo dramático, ele salvou três match-points diante do tcheco Radek Stepanek. Com sete aces e sete duplas faltas, o sérvio se defendeu com sucesso nas sete vezes em que teve seu serviço ameaçado e conseguiu três quebras, o suficiente para vencer por 6/7 (4-7), 7/5 e 6/2.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Em seguida, Federer também teve trabalho para superar o compatriota Marco Chiudinelli na outra semifinal. Com quatro aces e sem cometer duplas faltas, o principal candidato ao título defendeu os três breaks cedidos durante o jogo e conquistou uma quebra para vencer por 2 sets a 0, parciais de 7/6 (9-7) e 6/3.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Em 13 confrontos com Djokovic, Federer tem nove vitórias. Em três decisões, o suíço contabiliza dois triunfos, um deles no Aberto dos Estados Unidos-2007. Nesta temporada, cada tenista tem duas derrotas. O último encontro, na semi do Aberto dos Estados Unidos, o número 1 do mundo levou a melhor.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Nesta temporada, Roger Federer conquistou o Masters 1000 de Cincinnati, Wimbledon, Roland Garros e o Masters 1000 de Madri. Ele ainda foi vice no Aberto da Austrália e dos Estados Unidos. Com 28 anos e 61 títulos, o tenista suíço pode alcançar o lendário argentino Guillersmo Vilas se vencer o adversário de Belgrado na decisão deste domingo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Novak Djokovic, por sua vez, tem 14&amp;nbsp;taças na carreira e neste ano ganhou em Pequim, Belgrado e Dubai. O sérvio de 22 anos perdeu as decisões dos Masters 1000 de Cincinnati, Roma, Montecarlo e Miami. Para completar,&amp;nbsp;ele ainda ficou com o vice em Halle. </description>
      <pubDate>Sat, 07 Nov 2009 17:04:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Djokovic salva 3 match points e e vai à final no torneio da Basileia]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/07/djokovic+salva+3+match+points+e+e+vai+a+final+no+torneio+da+basileia+9042123.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Vencedor precisou de duas horas e meia para superar o rival, que chegou a ter 5 a 4 e 0 a 40 no saque do sérvio&lt;/P&gt;&lt;P&gt;BASILÉIA (Suíça) - O sérvio Novak Djokovic precisou salvar três match points para vencer o tcheco Radek Stepanek por 2 sets a 1, com parciais de 6-7(4-7), 7-5 e 6-2, e garantir presença na final do torneio de tênis da Basileia, na Suíça. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Segundo favorito, Djokovic precisou de duas horas e meia para superar o rival, que chegou a ter 5 a 4 e 0 a 40 no saque do sérvio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Ele disputa a nona final da temporada, e tentará o 15º título na carreira - foi campeão este ano em Pequim, Belgrado e Dubai.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A outra semifinal será entre os tenistas da casa Roger Federer, número um do mundo, e Marco Chiudinelli, convidado da organização.&lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Sat, 07 Nov 2009 15:19:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Schiavone deixa Itália perto do título da Fed Cup]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/07/schiavone+deixa+italia+perto+do+titulo+da+fed+cup+9042103.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Se obter mais um ponto nas partidas de amanhã, as italianas garantem a conquista da mais importante competição por equipe feminina do tênis mundial pela segunda vez&lt;/P&gt;&lt;P&gt;REGGIO CALABRIA (Itália) - A tenista Francesca Schiavone venceu Melanie Oudin por 2 sets a 0, com parciais de 7-6(7-2) e 6-2, e abriu 2 a 0 para a Itália no confronto com os Estados Unidos pela final da Fed Cup, em Reggio Calabria. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Na primeira partida, Flavia Pennetta passou por Alexa Glatch por 2 a 0, com 6-3 e 6-1. Se obter mais um ponto nas partidas de amanhã, as italianas garantem a conquista da mais importante competição por equipe feminina do tênis mundial pela segunda vez - a outra foi em 2006.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A Itália parte como favorita na disputa dada a ausência das irmãs Serena e Venus Williams. Com isso, a capitã Mary Joe Fernandez teve de escalar uma equipe pouco experiente, e ainda atuando no saibro.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Por sua vez, os EUA ocupam o posto de maior vencedor da Fed Cup, com 17 conquistas.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Amanhã Pennetta enfrenta Oudin, e Schiavone encara Glatch na sequência. A partida de duplas terá Sara Errani e Roberta Vinci representando as donas da casa contra Liezel Huber, número um do mundo na modalidade, e Vania King. EFE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;apa/dp &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 07 Nov 2009 14:46:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Itália faz 1 a 0 sobre os EUA na final da Fed Cup]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/07/italia+faz+1+a+0+sobre+os+eua+na+final+da+fed+cup+9041976.html</link>
      <description>&lt;P&gt;País parte como favorito na disputa, dada a ausência das irmãs Serena e Venus Williams &lt;/P&gt;&lt;P&gt;ROMA (Itália) - A tenista italiana Flavia Pennetta venceu hoje a americana Alexa Glatch por 2 sets a 0, com parciais de 6-3 e 6-1, fazendo o primeiro ponto de seu país sobre a equipe dos Estados Unidos na final da Fed Cup, que está sendo disputada na localidade de Reggio Calabria. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A Itália, que espera conquistar o título, parte como favorita na disputa, dada a ausência das irmãs Serena e Venus Williams entre as competidoras americanas. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 07 Nov 2009 12:28:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Francesas Bartoli e Rezai avançam à final em Bali]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/07/francesas+bartoli+e+rezai+avancam+a+final+em+bali+9041957.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Na final entre as tenistas da França, Bartoli chega como favorita&lt;/P&gt;&lt;P&gt;BALI (Indonésia) - O Torneio de Bali terá uma final francesa. Neste sábado, Marion Bartoli e Aravane Rezai venceram suas partidas pelas semifinais e se garantiram na decisão. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A competição disputada na Indonésia reúne as melhores tenistas do ranking mundial que ganharam títulos na temporada mas não participaram do Masters de Doha, na semana passada, vencido pela norte-americana Serena Williams. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Para chegar à final, Bartoli não tomou conhecimento da japonesa Kimiko Date Krumm. Em apenas 1h25, a número 12 do mundo venceu a experiente adversária, de 39 anos, por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/3. Já Rezai teve ainda mais facilidade diante da espanhola Maria Jose Martinez Sanchez. Número 44 do mundo, ela ganhou por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/3, em apenas 1h04 de jogo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na final entre as tenistas da França, Bartoli chega como favorita. Aos 25 anos, ela acumula cinco títulos no circuito e venceu o Torneio de Brisbane, na Austrália, neste ano. Rezai tem menos experiência, com 22 anos, e conquistou em 2009 apenas o seu primeiro título da WTA, vencendo em Estrasburgo, na França. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 07 Nov 2009 11:52:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[João Souza vence e vai à semi do Challenger de Medellín]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/joao+souza+vence+e+vai+a+semi+do+challenger+de+medellin+9039039.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Brasileiro derrotou o colombiano Carlos Salamanca por 2 sets a 1, com parciais de 7/5, 4/6 e 6/4, após 1h40min de confronto&lt;/P&gt;&lt;P&gt;MEDELLÍN (Colômbia) - O brasileiro João Souza, o Feijão, alcançou a semifinal do Challenger de Medellín, na Colômbia, nesta sexta-feira. Ele derrotou o colombiano Carlos Salamanca por 2 sets a 1, com parciais de 7/5, 4/6 e 6/4, após 1h40min de confronto. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Agora, o tenista brasileiro enfrentará o espanhol Pere Riba, que eliminou o compatriota Pablo Andujar também por 2 a 1. A outra semifinal será disputada pelos argentinos Juan Ignacio Chela e Eduardo Schwank. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Cabeça de chave número 1, Chela chegou à semifinal ao vencer duas partidas nesta sexta. Primeiro ele venceu o francês Guillaume Rufin por 2 a 0 - 7/6 (7/4) e 6/4. Em seguida, superou o brasileiro Ricardo Hocevar, por 2 a 1, com parciais de 6/4, 4/6 e 6/2.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Hocevar também jogou duas vezes nesta sexta, por causa da chuva que atrapalhou a rodada da noite de quinta-feira. Pelas oitavas de final, o brasileiro superou o uruguaio Marcel Felder por 7/5 e 6/4. Na sequência, Hocevar fez um jogo equilibrado contra Chela, mas não conseguiu avançar na competição. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 22:41:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Federer espanta "zebra" russa e pega compatriota na semi]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/federer+espanta+zebra+russa+e+pega+compatriota+na+semi+9038021.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Com parciais de 6/3 e 6/2,&amp;nbsp;suíço precisou de&amp;nbsp;apenas 55 minutos de disputa contra &lt;/P&gt;&lt;P&gt;BASILEIA (Suíça) - O suíço Roger Federer não deu qualquer chance ao qualifier russo Evgeny Korolev e se classificou à semifinal do ATP 500 da Basileia ao vencer por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2, após apenas 55 minutos de disputa. Na próxima rodada, o número 1 do mundo enfrenta seu compatriota Marco Chiudinelli, que superou o francês Richard Gasquet. O confronto é inédito pelo circuito profissional. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Atuando com segurança no fundo da quadra, Federer viu Korolev equilibrar o início da partida. No entanto, o russo não teve forças para segurar o suíço no sexto game e acabou tendo seu serviço quebrado. Com a vantagem na mão, prevaleceram a experiência e o melhor jogo do líder do ranking mundial.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na segunda parcial Federer manteve o ritmo, conseguiu duas quebras de saque consecutivas e não encontrou dificuldades para fechar o jogo e confirmar seu favoritismo na Basileia.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Chiudinelli também teve vida tranquila para superar Gasquet. Jogando com o apoio da torcida, o &lt;EM&gt;qualifier&lt;/EM&gt; marcu 6/1 e 6/3 depois de uma hora de partida para garantir classificação à semifinal. O principal trunfo do dono da casa foi o saque: conseguiu 13 aces e venceu 90% dos pontos em que acertou o primeiro serviço. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 18:47:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Lesionado, Roddick está fora do Masters de Paris]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/lesionado+roddick+esta+fora+do+masters+de+paris+9037905.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Norte-americano poderá desistir das finais da ATP, em Londres, entre os dias 22 e 29 deste mês&lt;/P&gt;PARIS (França) - O norte-americano Andy Roddick, número seis do ranking da ATP, não se recuperou de uma lesão no joelho e está fora do Masters de Paris, que começará no próximo domingo, informaram hoje os organizadores da competição. Roddick contundiu-se no mês passado, na segunda rodada do Masters de Xangai, em jogo contra o suíço Stanislas Wawrinka.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O jogador está classificado para disputar as finais da ATP, em Londres, entre os dias 22 e 29 deste mês, mas poderá desistir do torneio que reúne os oito melhores tenistas da temporada.</description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 17:36:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Davydenko avança às semifinais em Valência e enfrentará Youzhny]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/davydenko+avanca+as+semifinais+em+valencia+e+enfrentara+youzhny+9036937.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Com pouco menos de 90% de aproveitamento no primeiro serviço, o tenista russo não deu chances de quebra a García-López&lt;/P&gt;&lt;P&gt;VALÊNCIA (Espanha) - O russo Nikolay Davydenko, segundo cabeça-de-chave do torneio de tênis de Valência (Espanha), avançou hoje às semifinais da competição ao derrotar o espanhol Guillermo García-López por 2 sets a 0, com parciais de 6-4 e 7-6 (7-3). &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Com pouco menos de 90% de aproveitamento no primeiro serviço, o tenista russo não deu chances de quebra ao adversário, e levou a melhor ao aproveitar um break point no quarto game.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Davydenko teve um pouco mais de trabalho no segundo set, mas também superou García-López, apesar de ter quase toda a torcida contra.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na próxima fase, o tenista número 7 da ATP irá enfrentar o compatriota Mikhail Youzhny, 23º colocado do ranking masculino. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 17:11:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Suspenso por doping, Malisse diz que não pode recorrer e cogita aposentadoria]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/suspenso+por+doping+malisse+diz+que+nao+pode+recorrer+e+cogita+aposentadoria+9036095.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Tenista afirmou que não tem "condições financeiras para recorrer" ao Tribunal Arbitral do Esporte &lt;/P&gt;&lt;P&gt;BRUXELAS (Bélgica) - O belga Xavier Malisse, que assim como sua compatriota Yanina Wickmayer foi suspenso por um ano pela federação de tênis de seu país por não comparecer a exames antidoping, afirmou hoje que cogita abandonar a carreira. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;O tenista afirmou que não tem "condições financeiras para recorrer" ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), já que, segundo ele, o recurso "é muito caro e demorado".&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"Ainda não tenho certeza do que vou fazer, mas se a suspensão for mantida, será o fim da minha carreira", afirmou Malisse, de 29 anos, que atualmente está na 95ª posição do ranking da ATP, e tem o 19º posto como sua melhor clasificação, em 2002. &lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:33:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/suspenso+por+doping+malisse+diz+que+nao+pode+recorrer+e+cogita+aposentadoria+9036095.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Djokovic ganha de virada e vai às semifinais na Basileia]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/djokovic+ganha+de+virada+e+vai+as+semifinais+na+basileia+9036088.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Em 2 horas e 18 minutos de jogo, ele confirmou o favoritismo e venceu Wawrinka por 2 sets a 1&lt;/P&gt;&lt;P&gt;BASILEIA (Suíça) - O tenista sérvio Novak Djokovic levou um sufoco nesta sexta-feira, mas conseguiu a virada diante do suíço Stanilas Wawrinka e garantiu vaga na semifinal do Torneio da Basileia, na Suíça. Em 2 horas e 18 minutos de jogo, ele confirmou o favoritismo e venceu por 2 sets a 1, com parciais de 3/6, 7/6 (7/5) e 6/2. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Com um bom e eficiente saque, Wawrinka ganhou o primeiro set e teve boa chance de fechar o jogo no segundo - liderava por 4 a 3 e tinha o serviço a seu favor. Mas Djokovic conseguiu reagir, vencendo a segunda parcial. Depois disso, o sérvio não teve muito trabalho para bater o suíço no terceiro e último set.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Cabeça de chave número 2 no Torneio da Basileia - está em terceiro lugar no ranking mundial -, Djokovic já sabe quem será seu adversário na semifinal deste sábado. Será o checo Radek Stepanek, que ganhou do croata Marin Cilic, também nesta sexta-feira, por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/3 e 6/3. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:26:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/djokovic+ganha+de+virada+e+vai+as+semifinais+na+basileia+9036088.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Bruguera exige medalha de Agassi em Atlanta: "Fui roubado"]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/bruguera+exige+medalha+de+agassi+em+atlanta+fui+roubado+9035934.html</link>
      <description>"Me sinto enganado e creio que fui roubado &lt;EM&gt;(na final olímpica)&lt;/EM&gt;. E não só nesta partida", comentou o veterano&lt;P&gt;MADRI (Espanha) - Bicampeão de Roland Garros (1993 e 1994), o espanhol Sergi Bruguera acredita que o norte-americano Andre Agassi pode ter jogado a decisão das Olimpíadas de Atlanta favorecido pelo uso de doping. Por isso, o ibérico exige a ganhar o ouro do norte-americano, que o derrotou na final por 6/2, 6/3 e 6/1. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Me sinto enganado e creio que fui roubado &lt;EM&gt;(na final olímpica)&lt;/EM&gt;. E não só nesta partida", comentou o veterano, ao ser questionado sobre as recentes declarações de Agassi, que admitiu ter usado metaanfetaminas em 1997. "Se me derem a medalha ouro, eu aceitarei encantado, apesar de ser evidente que eu preferia tê-la conquistado na quadra. Porém, também é evidente que quem trapaceia não a merece", afirmou.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Agassi e Bruguera se enfrentaram em nove oportunidades, com apenas duas derrotas do norte-americano. Mesmo assim, o espanhol não perdeu a chance de criticar a ATP, que aceitou a fraca justificativa de Agassi para o doping. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"Pensava que eles estavam lá para nos defender daqueles que tomam drogas e castigá-los, e não para escondê-los e ajudá-los. Agora, não sabemos se eles esconderam alguém mais", destacou. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 14:52:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/bruguera+exige+medalha+de+agassi+em+atlanta+fui+roubado+9035934.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Murray bate espanhol e avança à semifinal em Valência]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/murray+bate+espanhol+e+avanca+a+semifinal+em+valencia+9035026.html</link>
      <description>Na fase semifinal, o número 4 do ranking terá pela frente mais um espanhol, que saíra do duelo caseiro entre Fernando Verdasco e Tommy Robredo&lt;P&gt;VALENCIA (Espanha) - O escocês Andy Murray confirmou o favoritismo nesta sexta-feira e conseguiu uma vaga na fase semifinal do ATP de Valência. Cabeça de chave número 1 da competição, ele superou o espanhol Albert Montanes por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/2. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Murray não jogava desde setembro, quando defendeu a Grã-Bretanha na Copa Davis, e vem pegando ritmo ao longo da semana em Valência. A vitória sobre Montanes foi a segunda diante de um tenista da casa - na estreia, o escocês vencera Daniel Gimeno-Traver.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na fase semifinal, o número 4 do ranking terá pela frente mais um espanhol, que saíra do duelo caseiro entre Fernando Verdasco e Tommy Robredo. A partida acontece ainda nesta sexta-feira.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Do outro lado da chave, o russo Mikhail Youzhny foi o primeiro a conquistar uma vaga na semi. Ele venceu o francês Gilles Simon em dois sets, com duplo 6/4. Na briga por uma vaga na final, Youzhny terá pela frente o vencedor da partida entre seu compatriota Nikolay Davydenko e o espanhol Guillermo Garcia Lopez. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:42:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Bartoli, Krumm e Sanchez vão às semifinais em Bali]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/bartoli+krumm+e+sanchez+vao+as+semifinais+em+bali+9034930.html</link>
      <description>A competição que reúne as melhores colocadas do ranking mundial que conquistaram título nesta temporada e que não disputaram o Masters de Doha&lt;P&gt;BALI (Indonésia) - Foram definidas nesta sexta-feira as três últimas semifinalistas do Torneio de Bali. A francesa Marion Bartoli, a espanhola Maria Jose Martinez Sanchez e a japonesa Kimiko Date-Krumm conseguiram a classificação, juntando-se à francesa Aravane Rezai, que tinha garantido a vaga antecipada no dia anterior. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Com prêmios de US$ 600 mil, o Torneio de Bali é uma competição que reúne as melhores colocadas do ranking mundial que conquistaram título nesta temporada e que não disputaram o Masters de Doha. E, nas semifinais programadas para acontecer neste sábado, Bartoli enfrentará Krumm e Sanchez jogará contra Rezai.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na última rodada da primeira fase do Torneio de Bali, o destaque foi a ausência da belga Yanina Wickmayer, que deveria enfrentar a espanhola Anabel Medina Garrigues nesta sexta-feira. Mas ela foi suspensa por um ano, na quinta, pelo não cumprimento das regras do antidoping e foi obrigada a abandonar a competição.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Apesar de ainda ter chances de ir à semifinal, Wickmayer foi substituída no jogo desta sexta-feira pela russa Vera Dushevina, que venceu Garrigues por 2 sets a 1, com parciais de 2/6, 6/1 e 7/5. Assim, a vaga no Grupo C ficou com Krumm, que tinha somado uma vitória e uma derrota na primeira fase do torneio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;As outras duas tenistas classificadas para as semifinais conseguiram a vaga com a vitória nesta sexta-feira. No Grupo A, Bartoli derrotou a israelense Shahar Peer por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2. E no B, Sanchez ganhou da australiana Samantha Stosur também por 2 a 0, com parciais de 7/6 (7/4) e 7/5. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Enquanto isso, o jogo desta sexta-feira pelo Grupo D do Torneio de Bali foi apenas para cumprir tabela, pois Rezai já estava classificada antecipadamente nesta chave. Assim, a alemã Sabine Lisicki derrotou a húngara Melinda Czink por 2 sets a 1, com parciais de 6/2, 6/7 (1/7) e 6/4. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:02:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Agassi pede "compaixão" e não se arrepende de revelações]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/agassi+pede+compaixao+e+nao+se+arrepende+de+revelacoes+9032135.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Ex-tenista norte-americano admitiu em livro que usou drogas durante um ano e que conseguiu driblar a ATP&lt;/P&gt;&lt;P&gt;WASHINGTON (EUA) - As polêmicas revelações de Andre Agassi, que vêm mexendo com o mundo do tênis a partir de 28 de outubro, foram comentadas pelo próprio ex-tenista nesta sexta-feira. Em entrevista ao programa 60 Minutes , da rede de televisão dos Estados Unidos CBS , ele pediu "compaixão" em meio à onda de críticas que vem recebendo e garantiu não se arrepender de ter admitido o uso de drogas, já que sua experiência pode ajudar outros atletas que vivam uma situação parecida. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A autobiografia do vencedor de oito Grand Slams, chamada de &lt;EM&gt;Open&lt;/EM&gt;, só sai na semana que vem, porém alguns trechos foram revelados com antecedência no fim de outubro. A partir de então, nomes de peso como os de Roger Federer, Rafael Nadal e Boris Becker criticaram publicamente o norte-americano, que em 1997 utilizou metanfetaminas, substâncias proibidas que estimulam o sistema nervoso central, e depois mentiu à ATP quando foi pego no doping, conseguindo fugir de uma punição na época.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Entre os críticos, Nadal, por exemplo, indagou "por que" Agassi deveria trazer à tona essas informações justamente agora, três anos após sua aposentadoria. Defendendo-se publicamente, o marido de Steffi Graf sabia que "tinha muito mais a perder que a ganhar" com a publicação do livro, mas garante que a obra pode servir de auxílio a outros esportistas. "O preço que virá eu já assumi e estou OK, porque acho que isso pode ajudar. Era uma época difícil de minha vida na qual precisava de ajuda. Pode haver outros atletas que testaram positivo que também tenham esse problema", argumentou.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Dos ataques recebidos, o que mais abalou o eterno rival de Pete Sampras foi o de Martina Navratilova. Durante a exibição do programa televisivo, cuja íntegra só vai ao no próximo domingo, ele chegou a se emocionar quando as decepcionadas palavras da norte-americana, maior ganhadora de Grand Slams da história do tênis feminino, foram lidas. "Isso é o que não se quer ouvir. Esperaria que tudo fosse recebido com alguma compaixão, talvez esta pessoa não mereça condenação. Talvez esta pessoa estivesse precisando de ajuda".&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Nesta semana, a Agência Mundial de Antidoping (Wada) solicitou à ATP tomar uma iniciativa, juntando provas para punir Agassi mesmo que o limite de oito anos para a prescrição do caso já tenha sido superado. Perguntado sobre o assunto, o astro disse desconhecer as "ramificações" do caso, confidenciando que teme ser punido. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 10:29:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Por Guga, Larri recusou Djokovic, Murray e Verdasco]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/06/por+guga+larri+recusou+djokovic+murray+e+verdasco+9032047.html</link>
      <description>&lt;P&gt;"Eu fui procurado. Não vou negar. Agora, posso falar", revelou o treinador que levou Guga ao posto de melhor do mundo&lt;/P&gt;SÃO PAULO - Dos 10 primeiros colocados do ranking mundial, três poderiam ter sido treinados pelo técnico Larri Passos.&amp;nbsp;Afastado&amp;nbsp;de Gustavo Kuerten entre março de 2005 e setembro de 2006, ele recebeu propostas do sérvio Novak Djokovic, atual terceiro na lista da ATP, do escocês Andy Murray, quarto do planeta, e do espanhol Fernando Verdasco, oitavo colocado. Por fidelidade ao tricampeão de Roland Garros, o gaúcho recusou e se manteve à espera da retomada da parceria.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"Eu fui procurado. Não vou negar. Agora, posso falar", revelou o treinador em uma longa e franca entrevista à GE.Net. Hoje com 22 anos, Djokovic tem 14 títulos, entre eles a Masters Cup-2008 e o Aberto da Austrália-2008. Murray nasceu no mesmo ano de 1987 e contabiliza 13 taças, quatro de Masters, além do vice-campeonato do Aberto dos Estados Unidos-2008. Em 2005, o sérvio encerrou a temporada como 78º do mundo e o escocês, como 64º. No ano seguinte, eles ganharam seus primeiros torneios e se aproximaram do topo da lista.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Atual treinador da eslovaca Daniela Hantuchova, tenista com a qual espera voltar a conquistar um Grand Slam, Larri Passos garante não se arrepender por recusar os convites de alguns dos melhores tenistas da atualidade. No entanto, ele avisa que tem vontade de voltar ao circuito masculino e desdenha do nível dos torneios. Em seu Instituto na cidade de Balneário Camboriú, o gaúcho sonha encontrar um novo número 1 do mundo. "Quem ama o tênis, vive de utopia. A gente tem que estar sempre indo atrás", disse.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Nesta temporada, o homem que eliminou qualquer possibilidade de Gustavo Kuerten tentar a carreira no surfe viu o primeiro título de Thomaz Bellucci no circuito da ATP. Entre os sete brasileiros que já ganharam torneios na elite, é o segundo mais jovem a fazê-lo, superado apenas pelo próprio Guga. Conhecedor dos "atalhozinhos do circuito", Larri Passos aposta no 37º do mundo. "Ele vai ser um tenista completo em dois ou três anos, ainda mais com o saque que tem e sendo canhoto", afirmou o gaúcho.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;Confira os melhores momentos da entrevista exclusiva:&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Você começou a treinar o Guga desde a adolescência. Ao seu lado, ele ganhou três Roland Garros e foi líder do ranking mundial por 43 semanas. Obviamente, você não depende da forma física para continuar trabalhando, mas o Guga não resistiu e foi obrigado a se aposentar. Ainda causa alguma estranheza vê-lo parado&amp;nbsp;após tantos anos de uma parceria vitoriosa e seguir com a sua carreira?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Na verdade, me dá uma certa tristeza de ver muitas vezes um tênis medíocre sendo jogado e ele não poder estar no Circuito. Muitas vezes, eu olho algumas partidas e me dá vontade de chorar. Chorar de raiva de um tênis mal jogado, jogos ridículos. E tem muito chorão no Circuito hoje. Na época do Guga, as finais eram em melhor de cinco sets. Tinha 64 na chave e as pessoas achavam que ele não tinha preparo físico. Imagina... Hoje, os jogadores têm chaves de 28 (com os quatro principais pré-classificados entrando direto na segunda rodada), outras chaves de 48 (com os 16 principais pré-classificados entrando direto na segunda rodada). O Circuito hoje mudou tudo. Na época, eram dois, três torneios seguidos e com 64 na chave. Às vezes, eu mando e-mail para ele: "Guga, eu vi o jogo do fulano de tal hoje. Pô, Guga! Ele fica...." Outro dia, me perguntaram se ele estaria no topo se estivesse inteiro. Sem dúvida nenhuma. Inteiro, ele seria top 10.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;[imagem=8740#alinhamento=esq#credito=423#legenda=Juntos, Guga Kuerten e Larri Passos&amp;nbsp;ganharam 20 títulos, entre eles três Roland Garros]&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;BR&gt;GE.Net - Em boas condições físicas, o espanhol Rafael Nadal é praticamente imbatível no saibro. Se ele jogasse com os tenistas da geração do Guga, como o Alex Corretja, o Thomaz Muster, o Sergi Bruguera, além do próprio Guga, você acha que perderia mais jogos e brilharia um pouco menos?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Naquela época, tinha 16 jogadores de saibro. Agora, tem dois. Na época do Guga, tinha 16! Todos os anos, tinha de oito a dez jogadores que poderiam ganhar Roland Garros. Agora, tem dois. Então, já está respondida a sua pergunta.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Está respondida. Como você imagina uma partida entre o Guga e o Rafael Nadal?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Com o Guga inteiro, acho que seria bem bonito o jogo, seria bem legal. Inteiro e entrando dentro da quadra.... Acho que deu para ter uma palhinha no jogo do Marcos Daniel contra o Nadal, na primeira rodada de Roland Garros. O Nadal sofreu um pouquinho (em 2h23min de jogo, o espanhol ganhou com parciais de 7/5, 6/4 e 6/3). Pena que o Daniel vinha de oito jogos, tinha ganhado o challenger (de Zagreb) e as três rodadas do quali. Ele chegou já meio cansadão no primeiro jogo, mas mesmo assim mostrou um senso tático perfeito contra o Nadal. Nós temos que continuar trabalhando, acho que a imagem do Guga tem que estar na cabeça de todos os jogadores, os juvenis e os técnicos. A forma como ele jogava, entrando na quadra quando tinha que entrar, dando dois passos para trás quando tinha que dar. Ele era completo para mim.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Entre março de 2005 e setembro de 2006, você e o Guga interromperam a parceria. Ele disse que queria trabalhar sozinho e, de repente, você ficou desempregado. Neste período, chegou a receber propostas de outros jogadores?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Na época, fui procurado pelo Murray, fui procurado pelo Djokovic, fui procurado pelo Verdasco, mas existia uma coisa muito forte dentro de mim em relação ao Guga. Agora, eu vou falar claro: eu tinha um sentimento dentro de mim muito forte pelo Guga. Quando ele parou de trabalhar comigo, eu sabia que isso seria uma coisa passageira. Na época, comentei com a minha esposa: "pô, eu não consigo me ver trabalhando com outro homem hoje". Logo em outubro de 2005, a (austríaca) Tamira&lt;EM&gt; &lt;/EM&gt;(Paszek) entrou em contato comigo. A gente tinha tirado uma foto juntos quando ela tinha 14 anos e eu era o ídolo dela como técnico. Na verdade, ainda sou.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Atualmente, o Novak Djokovic é o terceiro do mundo, o Andy Murray é o quarto e o Fernando Verdasco, o oitavo. De alguma forma, você se arrepende&amp;nbsp;por ter recusado essas propostas?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Não, não. De maneira alguma. Eu sou um treinador completamente realizado. Só continuo no esporte porque amo o tênis. Recentemente, eu estava com a Daniela em Montecarlo e encontrei o Murray. Ele olhou para mim dando risada e disse: "this guy could be my coach!" (esse cara poderia ser meu técnico)&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Ele poderia ter dito: 'this guy should be my coach...' (esse cara deveria ser o meu técnico)&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; (risos) A gente é muito amigo, eu converso muito com a mãe dele.&amp;nbsp;Ela me ouve bastante e pede várias dicas. Em Wimbledon, a gente falou bastante. Sou muito amigo dela, inclusive dele também, temos uma relação muito boa. Em 2005, eu estava de férias na Escócia jogando golfe e fui ver o jogo dele juvenil em Roland Garros. Era só eu falar com o pai dele e acertar, que seria o técnico do Murray.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Atualmente, no circuito profissional você treina apenas Daniela Hantuchova. Voltar a trabalhar com um jogador top do circuito masculino faz parte dos seus planos?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Eu amo o tênis, eu amo trabalhar com tênis e sinto uma força muito grande dentro de mim para voltar ao circuito masculino, sem dúvida nenhuma. Eu sinto que ali é meu chão, ali eu gosto, ali eu gosto de brigar, gosto de atropelar. Com mulher, é um pouco diferente, tem que ser mais didático, tem que entrar dentro da cabeça dela, tem que pegar mais no colo. Com os barbados, dá para dar mais porrada. O futuro vai dizer. De repente, alguém de lá de dentro do Instituto... Por exemplo, alguns jogadores juvenis viajam comigo. Eu levei o Tiago Monteiro e o Tiago Fernandes para Wimbledon esse ano. Qual a importância de eu estar no circuito pro fissional? Eu estando no circuito profissional, abro muitas portas para os juvenis. Esse ano, no US Open peguei o (Guilherme) Clezar para treinar com a Daniela, peguei o Tiago Fernandes para treinar com a Daniela.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Você considera sua presença no circuito benéfica para o tênis brasileiro como um todo...&lt;BR&gt;Larri Passos - &lt;/STRONG&gt;Com o nome que eu tenho hoje, abro muitas portas, porque realmente sinto a importância do Guga. Eu passo na rua e os caras: "Larri, e o Guga?" É bacana isso. Essa imagem lá fora está inserida e não adianta mudar. Eu falei com ele outro dia: "Guga, qualquer projeto que a gente continue fazendo aqui dentro, é cansativo, mas acho que tenho que estar também no exterior trabalhando com jogador profissional". Está abrindo bastante as portas para os jogadores lá fora. Hoje, tem jogadores que já estão despontando em função desse trabalho de levar os juvenis com 15 anos para fora. Não adianta levar um jogador com 18 anos para o Circuito. Tem que levar antes para ele sentir. Tem jogador que às vezes lá fora está ganhando um jogo por 6/4 e 4/0 e começa a sentir. É um trabalho totalmente diferente. Esse trabalho mental que é feito é muito importante. Quem teve um jogador por 43 semanas como número 1 do mundo, tem uma base boa para poder resolver um monte de coisa...&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Na época que o Guga estava encerrando a carreira, você disse que o tênis brasileiro colheria os frutos da passagem dele justamente nessa época. Como avalia o atual momento do esporte, após o final da carreira do melhor jogador da história do País?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Eu falei exatamente isso: que a geração pós-Guga está chegando. A geração que nasceu em 1993 está com 16, 17 anos. Quando o Guga ganhou em 1997, essa geração tinha quatro anos, eles viram aquele ídolo lá em cima. Se você falar com um menino desses hoje, ele vai dizer: "eu tinha quatro anos e vi o Guga lá!" Essa geração é muito boa para nós, treinadores, e para a CBT (Confederação Brasileira de Tênis) apostar. Essa geração veio para o tênis trazida por um ídolo. É por isso que o Guga hoje está no tênis e está apostando. Ele tem um trabalho de desenvolvimento, está no bastidor e está trabalhando. Nós temos um projeto junto com a Guga Participações. De vez em quando, aparecem uns jogadores e eles perguntam se&amp;nbsp;esses jovens&amp;nbsp;podem treinar na nossa Academia. É dessa forma que ele pode ajudar. Ele fez agora a Semana Guga Kuerten e no ano que vem tem de novo. Isso vai fazer uma diferença muito grande no futuro, esse é o caminho.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Além de treinar a Hantuchova, você também trabalha com os jovens no seu Instituto. É possível encontrar um "novo Guga" ou você não gosta dessa expressão?&lt;BR&gt;Larri Passos - &lt;/STRONG&gt;Não, não. Nunca mais. Um cara com o coração tão grande e com a personalidade que ele tem, um cara que não vê maldade em ninguém... Vai ser difícil encontrar outro. Toda vez que eu entro no meu Instituto, sei que aquelas crianças me dão uma energia muito grande. Eu poderia estar morando em Montecarlo, eu poderia estar morando na Suíça, eu poderia estar morando em Bratislava, na Eslováquia, porque a Daniela agora mora lá, mas não tem como me separar do Brasil. Meu projeto vai completar 10 anos em março. A gente vai ajustando a cada ano, porque a criança que estuda na rede pública é muito difícil. Vou tirar alguns meninos do segundo ano fundamental público e colocá-los na escola particular para ver se a gente consegue, através da escola e com bolsas de estudo,&amp;nbsp;nos próximos dez anos&amp;nbsp;anos fazer um jogador profissional lá de dentro. Quem sabe um dia... Eu trabalhei com o Guga desde os 14 anos e ele chegou a ser o número 1 do mundo. Quem sabe eu pego um menino desses com sete anos e ele chega ao número 1 também...&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Atualmente, o número 1 do Brasil é o Thomaz Bellucci. Até onde você acha que ele pode chegar?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Eu gosto muito da personalidade dele. É um cara relaxadão, desligado, um cara que bate pesado. Na hora que tem que ir para a paralela, ele vai para a paralela. Não adianta criticar, ele vai ter que fazer isso se quiser chegar lá na frente. Vai ter que ir na paralela, vai ter que pegar forte. É claro que ainda precisa corrigir algumas coisas. Ele e o técnico dele, o João (Zwetsch), meu ex-pupilo, vão ajustar esses detalhes agora que estão full-time (o tempo todo) no circuito da ATP. Tenho certeza que ele vai conseguir ficar. Eu digo ficar um ano entre os 50, entre os 40 para depois subir um pouco mais. A maturidade do jogador mesmo chega aos 24 anos (Bellucci tem 21 anos). Então, precisamos de paciência. Nesse ano, ele teve momentos de turbulência e eu até fui consultado, foi bacana. Eu dei uma força incrível para o João.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Foi o João que procurou por você?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Não foi o João. Foi a equipe do Bellucci. Foi bacana. Eu disse: "vamos continuar trabalhando". A gente teve umas trocas de e-mails que foram bacanas. Acabamos de jantar juntos em Tóquio e isso é uma coisa legal. Quando a CBT poderia ser suspensa e eu ajudei, o Bellucci era juvenil e esteve na Academia. Ele tem as virtudes. E outra coisa: é um cara focado, um cara que não gosta de fazer sacanagem na noite, é regrado, ama o tênis, tem sonhos. Espero que esse casamento dele e do João persevere, o que é importante. Que eles continuem aprendendo juntos no circuito, o que é bacana pra caramba. É claro que tem alguns atalhozinhos que às vezes a gente consegue...&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Como assim?&lt;/STRONG&gt; &lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;Larri Passos - &lt;/STRONG&gt;É o caso que eu fui trabalhar com a Tamira. Ela tinha 15 anos e era 400º, depois ganhou título (Portoroz) e no outro ano estava nas oitavas de Wimbledon. Todo mundo perguntou: "o que é isso?" É que a gente tem os atalhozinhos, a gente dá um jeito. Essa relação técnico-jogador é muito importante e muito bacana. O João e o Bellucci têm que já preparar bem uma estratégia de final de ano e fortalecer bem, porque o Circuito é muito duro. Tem que fazer uma boa pré-temporada, com sacrifício e fortalecimento físico, além de ajustar bem os golpes para o ano que vem.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;[imagem=8728#alinhamento=esq#credito=285#legenda=Larri Passos começou a treinar Guga após a morte de Aldo Kuerten, pai do tenista]&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Desde que o Bellucci começou a jogar os torneios da ATP, vem tendo algumas dificuldades para fechar as partidas. Se ele for submetido a um trabalho mais intenso na parte mental, acha que pode ganhar significativamente em termos de resultados?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Olha, o (Pete)&lt;EM&gt; &lt;/EM&gt;Sampras, o (André) Agassi e o (Ivan) Lendl tinham problemas para fechar. Todo mundo tem. É aquele momento que você chega e diz assim: "eu vou para o ace, eu vou sacar aberto, eu vou dar um (saque) quique, eu vou fazer isso, vou atacar o cara". Tem que ter suas estratégias. Isso fica entre o técnico e o jogador. Por exemplo: eu com o Guga não era uma, duas nem três, às vezes eram muitas vezes que a gente analisava o jogador. Esse detalhezinho daqui para frente vai ser acertado. O que vai ser feito? Onde você vai jogar aquela bola? O que você vai fazer? Esse é o ponto importante, onde é que você vai colocar aquela bola? Tudo isso é o Circuito que ensina. Todo mundo fica ansioso, e o que fazer depende da estratégia entre o técnico e o jogador. Eu gosto porque&amp;nbsp;o Bellucci&amp;nbsp;é agressivo. Para mim, você pode até perder o jogo pela agressividade, não pode perder por omissão.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Com o Guga, você também ouvia críticas desse tipo...&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; O Guga dava uma paralela que saía&amp;nbsp;dois centímetros da quadra e o cara dizia: "aquele louco deu paralela e tem que ir no psicólogo!" Muitas vezes eu ouvi isso: "você devia ter mandado colocar a bola em jogo". Eu falava: "mandar colocar a bola em jogo é chamar o cara de covarde". Tudo isso é uma questão de tempo, de amadurecimento. O Lendl era um cara tenso antes do jogo, dentro do vestiário ele caminhava pra lá e pra cá. Ele descarregava a energia na quadra. O Agassi também era inquieto dentro do vestiário. Todo mundo tem essa ansiedade, porque é um esporte individual e você tem que decidir, você está com o pênalti o tempo todo na sua mão. Isso é completamente normal. Pode ajustar? Pode. Sempre tem que ajustar alguma coisa. É o dia a dia, a semana toda. Acorda de manhã e pensa: vou jogar com aquele adversário, hoje não vou poder jogar só aquela bola, vou ter que fazer mais duas bolas. Isso é entre o técnico e o jogador.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Entre os sete brasileiros que já ganharam torneios da ATP em toda a história, o Bellucci é o segundo mais jovem, perdendo apenas para o Guga. Você vê potencial nele para conquistar Masters e chegar nas fases decisivas dos torneios do Grand Slam?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Só dou um conselho para os dois (Zwetsch e Bellucci): fiquem no agora. Ficar no agora é ficar dentro da situação, com os pés no chão e dentro da realidade. Vendo o dia a dia e ajustando os detalhes que vão fazer a diferença. Os detalhes vão fazer a diferença na carreira do João e do Bellucci. Quem diria que um dia o Guga ganharia o Masters de Lisboa? Ganharia do (Yevgeny) Kafelnikov, do Sampras e do Agassi? Todo mundo hoje olha para trás e diz: "meu Deus, ele ganhou desses caras todos!" Mas por quê? A gente não estava lá na frente, no futuro, e também não estava no passado. A gente estava no agora. Desde o primeiro titulo de Roland Garros, a gente disse: "vamos continuar os mesmos". Outra coisa: não pensar muito em números e curtir esse momento. Cada bola pesada a mais que entrar lá no fundo, cada adversário que sofre, ganhar o respeito dos demais. Quem sabe, por exemplo, o Bellucci não puxa esses juvenis de 16 anos? O Marcos Daniel está com 31 anos e chegou a 56º do mundo esse ano. É um exemplo também bacana. Esses jogadores que estão aí têm uma responsabilidade de puxar os juvenis.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Depois de ganhar o primeiro ATP da carreira no saibro em Gstaad, o Bellucci tenta se adaptar ao piso rápido. Em&amp;nbsp;Estocolmo, ele chegou&amp;nbsp;até&amp;nbsp;a&amp;nbsp;semifinal (foi derrotado pelo belga Olivier Rochus com parciais de 7/6 (7-4), 4/6 e 6/3). Você e o Guga ganharam o primeiro torneio fora do saibro em 2000. Imagino que o treinador seja bem importante nesse processo...&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Em 1997, o Guga jogava tão mal em dura, que foi campeão de Roland Garros (venceu o espanhol Sergi Bruguera), finalista em Montreal (perdeu do norte-americano Chris Woodruff) e chegou nas quartas em Cincinatti (derrotado pelo norte-americano Michael Chang). Olha o passado... Eu estava em Cincinatti agora, ele é um dos que tem melhores marcas no torneio. Tem duas quartas, uma semi e um título. E diziam que ele não jogava em quadra dura... Meus amigos, não existe mais hoje saibro, piso duro, piso de grama... Hoje o piso duro está mais lento e dá para jogar, o piso de saibro tem que melhorar a condição aeróbica. Três semanas antes, tem que estar preparado. Se tiver que meter 20 bolas, vai ter que meter. Não tem mais essa de cara especializado nisso ou naquilo. Não existe mais.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;[imagem=8729#alinhamento=dir#credito=285#legenda=Larri&amp;nbsp;conversou com a GE.Net antes de participar do 5º Simpósio Internacional de Tênis]&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - As críticas ao desempenho do Guga em quadra rápida te deixavam irritado?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Eu dava risada em 1997 quando diziam que o Guga não sabia jogar em rápida. Ele fez final em Montreal, ganhou do Chang (então número 2 do mundo) lá por 6/3 e 6/1. Ele chegou ao top 10 e eu me lembro bem, estava lá em cima na tribuna. Como podiam dizer isso? (Dos 20 títulos de Guga, seis foram na quadra rápida. Ele encerrou a carreira com 147 vitórias e 89 derrotas neste piso). É a mesma coisa para o Bellucci. Ele pode jogar em saibro, em dura. O que ele tem que ajustar? Ele vai ajustar um pouco mais a cabeça da raquete, no saibro vai fechar um pouquinho mais, o peso da bola dele vai ficar cada vez maior. Ele vai jogar bem em grama, em saibro e em dura. Não vejo problema nenhum. Grama, então, está uma piada, está muito lento. Hoje,&amp;nbsp;é completamente diferente. Antes, a quadra central do US Open era gelo. Outro dia, o Guga comentou comigo: "Porra, Larri! Está muito lenta a quadra". As bolas estão lentas. Então, hoje dá para jogar. Tem que treinar, tem que trabalhar, tem que fortalecer e ajustar para cada tipo de jogo. Eu não vejo problema nenhum.&lt;STRONG&gt; &lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Em 1997, o Guga ganhou os dois jogos que realizou contra o Agassi, por sinal ambos foram no piso rápido. Ele confessou que usou substâncias proibidas justamente nessa temporada e ainda explicou como enganou a ATP. Como você recebeu essas revelações?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Eu não li, não sei o que ele declarou. Prefiro olhar e ver a imagem dele indo no meu vestiário em Lisboa e me cumprimentando pelo Guga ser o número 1 do mundo. Vou ficar com essa imagem aí.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Você trabalha muito com jogadores jovens. Costuma falar sobre esse assunto com os tenistas em início de carreira?&lt;BR&gt;Larri Passos - &lt;/STRONG&gt;Nossa.... eu falo muito, muito, muito. Recentemente, a Daniela jogou a final de duplas no Japão e estávamos com a (norte-americana Liezel) Huber e a (zimbabuense Cara) Black (líderes do ranking de duplas) conversando. Surgiu o assunto "drogas" e elas perguntaram a minha opinião. Eu respondi: "não toquem". Nas reuniões com as crianças e com as pessoas, minha opinião é muito clara: não toquem, não provem, porque ela mata. O tratamento no meu Instituto é choque. Quando eles entram, eu converso muito e a gente tem palestras lá dentro. As pessoas comentam que fulano de tal tem no Orkut a seguinte mensagem: "graças ao tio Larri, eu estou aqui". E o pai cheira cocaína, o pai é alcoólatra. Isso é muito bacana. A minha concepção é a seguinte: não consumam. A maneira de acabar com a droga é a educação dentro da escola, dentro da família. Na minha trajetória, eu dei de cara com a droga.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Chegaram a te oferecer algum tipo de droga?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt;Lógico! Aconteceu depois de adulto também, nas viagens, em qualquer lugar. É muito bacana a pessoa vir te oferecer e você responder: "meu amigo, não quero". Você pode dizer: "eu não peguei, eu não toquei". Acho que quem ama o esporte, está no esporte e está ali vivenciando, a pessoa diz assim... Tem alguns que são a favor da droga recreativa. Mas que droga recreativa é essa? Droga recreativa não existe, pô!&amp;nbsp;A melhor droga recreativa é meu chimarrão de manhã que me deixa triligado. Eu adoro chimarrão. Um cara que é esportista, tem que passar essa energia e tem que respeitar... Droga recreativa!? Vai num jantar com sua namorada, senta, toma um copo de vinho, relaxa, brinca, dá risada. É a maneira mais legal que tem. A droga para mim é bem clara: não toca!&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Além da confissão do Agassi, recentemente também teve aquele caso controverso do francês Richard Gasquet com cocaína. Se o jogador quer, é algo que ele encontra fácil pelo estilo de vida que tem durante a temporada?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Só uma pergunta: em relação ao Gustavo Kuerten, você ouviu alguma vez falar de droga? Não. A questão é a seguinte: quem está ao lado desses jogadores, tem que ter... Uma vez eu fui conversar com os dirigentes do Internacional. Eles perguntaram como era essa coisa de ter estado do lado do Guga. Eu disse: "vocês têm que pegar o meu exemplo com o Guga de estar com ele o tempo todo, ficar amigo, estar meio paizão dele". Tem que ver esse exemplo. É muito fácil dentro de um clube de futebol você ter pessoas para ficar ao lado desses jovens e não deixá-los no alojamento sozinhos. Acho que esse desvio de conduta que o cara dá quando chega ao topo não foi ali, foi lá embaixo. É a dor corporal que ele não conseguiu se desvencilhar quando era mais moço. O pessoal sempre perguntava para o Guga: "tu não sente pressão ?". Mas que pressão é essa de jogar o torneio e dormir num hotel cinco estrelas? Quem tem pressão é um cara desempregado e com cinco filhos! Até hoje, dizem que ele foi o número 1 mais feliz do mundo. É bacana isso...&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Você é conhecido como um treinador muito rigoroso e disciplinador. Em relação ao seu trabalho com o Guga, quanto foi inspiração e quanto foi transpiração?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Quando eu conheci o Guga, não achava a técnica dele boa, mas vi um raciocínio muito rápido. Tive que entrar dentro da cabeça dele para ver essas coisas. Ele era completamente desligado, um cara que tinha dificuldade para correr, problemas de coordenação. Nos últimos dez anos, muitos jogadores pararam antes do tempo simplesmente por não ter aquele algo mais de dizer: "eu quero me trancar no quarto, quero ter minha rotina". Se você quiser ser um campeão, precisa de uma rotina difícil, ainda mais quando tem muitos atrativos ao redor. Eu faço uma pergunta para ti: se o Guga tivesse ficado em Florianópolis, ele seria surfista ou jogador de tênis?&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Ele poderia ficar pegando onda e torcendo para o Avaí...&lt;BR&gt;Larri Passos - &lt;/STRONG&gt;Mas teve um cara louco que pegou ele e disse: "tu vai ter que vir para Balneário Camboriú, vai ter que morar aqui nesse apartamentinho, vai dormir aqui nesse quarto, vai acordar de manhã, nós vamos para a quadra e é isso aí". A tendência era ser mais surfista do que tenista. Tem que ter aquele algo mais. Essa era a grande diferença. No começo, ele foi transpiração. Depois, quando já tinha seus 22, 23 anos, foi a transpiração com inspiração. O Guga pensava: "o Larri é meu ídolo, vou abraçar o que ele falar". Foi isso que aconteceu.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Sua atual pupila é a Daniela Hantuchova. Ela já ocupou o quinto lugar tanto do ranking de simples quanto do ranking de duplas. Com ela, você acha que pode voltar a ganhar um Grand Slam?&lt;BR&gt;Larri Passos - &lt;/STRONG&gt;Na nossa primeira conversa, eu disse que para ficar entre as 30 do mundo, ela não precisava de mim. Mas ela&amp;nbsp;falou que o objetivo era chegar ao topo de novo. Quando começamos a trabalhar, fiquei apavorado. Ela estava sem confiança, sem físico, fraca de perna, fraca de cabeça. Eu peguei uma batata fervendo na mão. Tinha uma semana até o começo do circuito de saibro na Europa, mas foi excelente. Ela está recuperando a confiança, mudou bastante o jogo e está jogando bem. A gente tem um contrato temporário de 20 semanas por ano. No final do ano, ela falou: "queria que você tivesse comigo 365 dias". Mas é impossível. Quando ela apareceu, era uma jovem muito bonita e esguia. Acabaram gerando muita expectativa e isso pesou um pouco na carreira dela. A gente fala muito disso e trabalha bastante a parte mental. Ela está mais alegre, está sorrindo mais. Ela tem condições de ganhar um Grand Slam, sem dúvida nenhuma. Acho que pode chegar até o top 10. Ela tem tênis para chegar e estamos ajustando o jogo dela.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - A dinamarquesa Caroline Wozniacki despertou suspeitas de favorecer apostadores ao abandonar um jogo no Torneio de Luxemburgo. Você desconfia de alguma armação? &lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Não estou sabendo de nada disso.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Além de voltar a treinar um top masculino, você tem mais algum plano para o futuro? Gostaria de participar da equipe brasileira na Davis ou ocupar um cargo na Confederação Brasileira de Tênis?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Eu trabalhei três anos na Copa Davis e minhas lembranças são excelentes. Tenho grandes memórias da competição. No ano passado, posso dizer que ajudei. Eu estive contra a Colômbia e orientei um pouco. Quando o Chico Costa entrou na comissão, pediram minha opinião e ajudei bastante, mas nesse ano eu desliguei total. Eu ajudo apenas o Marcos Daniel, que é um amigo. Esse ano, não fui consultado e prefiro ficar bem&amp;nbsp;à parte. Hoje, tenho bastante coisa: minha família, o Instituto Larri Passos, tem a Academia, a Daniela, tenho muita coisa para fazer.&amp;nbsp;Preciso reconstruir minha Academia, que foi destruída pela enchente. Tenho que me virar. Não passa pela minha cabeça ser capitão da equipe a curto prazo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - O espanhol Emílio Sánchez Vicário, atual campeão da Copa Davis, é o coordenador do tênis brasileiro. Como você avalia o trabalho dele até o momento?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Não conheço o trabalho dele. O que ele faz aqui dentro, eu não conheço.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - É desagradável ver um estrangeiro que mora fora do País nesse cargo?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Não me dá nada. Não sou eu que pago ele, né?&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Para terminar, algumas perguntas de bate-pronto. Qual foi o melhor momento de toda sua carreira com o Guga?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; O que mudou minha vida foi 1997 (Roland Garros), sem dúvida nenhuma. Mudou a minha vida e tenho que ressaltar, mas a maior alegria realmente foi Lisboa (Masters Cup), quando ele chegou ao numero 1 do mundo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - E o momento mais triste?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; O mais difícil? O mais duro para mim foi quando ele perdeu o irmão (Guilherme Kuerten sofria de paralisia cerebral e morreu em novembro de 2007). Ele me ligou chorando. Eu estava na Academia, peguei o jipe e saí correndo. Passei as seguintes 24 horas ao lado dele, segurando a onda dele, apesar de já ter preparado muito ele para esse momento. Acho que foi o mais difícil para nós dois, porque nós tínhamos no irmão a nossa referência, a nossa alegria. Quando a gente via ele e ele nos via, ele ria muito. Então, foi um momento bastante duro. Eu saí correndo de jipe e quase bati, perdi completamente a noção. Preparei ele por bastante tempo, mas foi muito duro.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - O Guga é o melhor tenista brasileiro de todos os tempos. Foi um jogador sem precedentes entre os homens do País. Você se considera fora de série na mesma medida entre os treinadores?&lt;BR&gt;Larri Passos - &lt;/STRONG&gt;Vou te responder o seguinte: eu não olho para o lado, eu olho para a frente e tento ser melhor do que eu mesmo todos os dias. Tento me desafiar todos os dias, tento ser melhor do que eu mesmo. Não tenho ego, brigo muito com ele, tento sempre ficar no consciente. Quando ele vem e quer se apoderar de mim, eu não deixo. Sai daqui, quem manda sou eu, estou no agora, estou aqui. Até porque eu tenho crianças doentes, tenho crianças que tenho que ter paciência, tenho crianças que tenho que beijar e carregar no colo. Isso me ensina muito. Tento ser melhor do que eu mesmo todos os dias.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Uma curiosidade para terminar. Em alguns momentos da entrevista, você me lembrou um pouco o técnico Dunga. De alguma forma, se acha parecido com ele? &lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Quando o Dunga assumiu a seleção, a gente estava na Bahia e conversou bastante, trocou bastante ideia. Foi bacana e torço muito por ele. É um cara honesto, um cara trabalhador, um cara sincero. Assim como eu tinha, ele tem uma pressão muito grande por estar trabalhando com o melhor time do mundo, sem dúvida nenhuma. Acho que o trabalho mais importante do Dunga é fazer os caras se doarem para a seleção brasileira, mais do que simplesmente jogar futebol. Com o talento que o Brasil tem, se os caras se doarem, o time fica imbatível. Acho que ele encarna muito o meu espírito de brasileiro, meu espírito de amar o Brasil, tanto é que vive até hoje no Rio Grande do Sul. Ele tem esse espírito brasileiro. Acho que a posição dele na seleção é incontestável.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;GE.Net - Você costuma acompanhar o trabalho dos treinadores de outras modalidades?&lt;BR&gt;Larri Passos -&lt;/STRONG&gt; Esse ano, eu&amp;nbsp;passei&amp;nbsp;bastante tempo fora do Brasil e fiquei muito distante deles. Minha relação com o Zé Roberto (Guimarães, da seleção feminina de vôlei) é muito legal. Eu admiro o trabalho dele pra caramba. Tinha mais contato com ele por minha esposa ser jornalista. Nas Olimpíadas, até me emocionei quando ele ganhou. Chorei muito, porque sei o quanto ele batalhou para ganhar aquela medalha. E outra coisa: tenho muita admiração porque ele trabalha com 12 mulheres. Se trabalhar com uma já é difícil, trabalhar com 12 é mais complicado ainda. Sempre digo a ele: "a gente não trabalha com mulher, a gente trabalha com os hormônios" (risos). Eu tenho uma admiração muito grande por esses técnicos. O Muricy Ramalho, por exemplo, também tive bastante contato com ele no Internacional. Uma vez, ele me liberou o vestiário e a gente conversou&amp;nbsp;bastante com os jogadores. Foi muito bacana, mas não tenho tido tempo para acompanhar mais de perto. </description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 09:42:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Agassi afirma que se dopou quando estava deprimido, e pede "compreensão"]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/05/agassi+afirma+que+se+dopou+quando+estava+deprimido+e+pede+compreensao+9030907.html</link>
      <description>Na entrevista, que será exibida no próximo domingo, Agassi disse que usou a substância dopante quando estava em depressão&lt;P&gt;SÃO PAULO -&amp;nbsp;O norte-americano Andre Agassi, que chocou o mundo do tênis ao admitir em sua autobiografia "Open" que consumiu a droga sintética metanfetamina, em 1997, quando disputava o circuito profissional, pediu "compreensão" a seu caso, no programa "60 Minutes", da rede de televisão americana "CBS". &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Na entrevista, que será exibida no próximo domingo, Agassi disse que usou a substância dopante quando estava em depressão. Naquele ano, o ex-tenista passava por um mau momento na carreira e estava em meio a problemas de relacionamento com a atriz Brooke Shields.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Tempos depois, Agassi recebeu uma ligação de um médico que trabalhava para a ATP, dizendo que ele havia sido pego no exame antidoping.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"Dias mais tarde me sentei em uma cadeira com um bloco de folhas de papel e escrevi uma carta à ATP. Estava cheia de mentiras, misturadas com meias verdades", revelou o ex-tenista ao jornal britânico "The Times", que deve publicar uma série completa do livro.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A ATP acreditou na versão de Agassi e decidiu retirar a investigação, além de abafar o caso. Porém, não conseguiu impedir que no mundo do tênis surgisse o rumor de que o americano havia consumido substâncias proibidas.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Agassi se aposentou do tênis profissional em 2006, com 60 títulos conquistados e mais de US$ 31 milhões (R$ 52 milhões) em prêmios na carreira. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 05 Nov 2009 22:40:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Melo/Sá vence e atinge semifinal na Suíça]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/05/melosa+vence+e+atinge+semifinal+na+suica+9030479.html</link>
      <description>Nesta quinta-feira,&amp;nbsp;dupla brasileira&amp;nbsp;derrotou&amp;nbsp;o tcheco Lukas Dlouhy e o alemão Philipp Kohlschreiber, por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4&lt;P&gt;BASILEIA (Suíça) - Os brasileiros Marcelo Melo e André Sá conquistaram a segunda vitória no&amp;nbsp;ATP 500 da Basileia e garantiram passagem à semifinal do torneio suíço. Nesta quinta-feira, derrotaram o tcheco Lukas Dlouhy e o alemão Philipp Kohlschreiber, por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Na briga por uma vaga na final, esperam o vencedor do confronto entre os irmãos Bob e Myke Bryan e Johan Brunstrom/Jean Julien Rojer. O outro lado da chave já está definido: o canadense Daniel Nestor e o sérvio Nenad Zimonjic enfrentam o alemão Christopher Kas e o sérvio Viktor Troicki, algozes de Bruno Soares e Kevin Ullyet na primeira rodada.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Com o resultado desta quinta-feira, os mineiros mantêm a boa fase no final da temporada, após um ano sem muito brilho. Na última semana, atingiram a semifinal do ATP 250 de Lyon, em que foram derrotados pelos donos da casa Julien Benneteau e Nicolas Mahut que, em seguida, conquistaram o título.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp; &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 05 Nov 2009 21:07:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <title><![CDATA[Murray cede set, mas bate argentino e vai às quartas de final]]></title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/tenis/2009/11/05/murray+cede+set+mas+bate+argentino+e+vai+as+quartas+de+final+9030408.html</link>
      <description>O próximo adversário do principal favorito ao título é o espanhol Albert Montañes&lt;P&gt;VALENCIA (Espanha) - O britânico Andy Murray não teve vida fácil, mas conseguiu a vitória sobre o argentino Leonardo Mayer - 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 3/6 e 6/3 - e se classificou às quartas de final do ATP 500 de Valencia. O próximo adversário do principal favorito ao título é o espanhol Albert Montañes. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A vantagem no histórico é de Murray, que venceu os dois confrontos realizados: 6/2 e 6/4, em Doha, e 7/5 e 6/3, no Masters 1000 de Indian Wells. As duas partidas foram disputadas nesta temporada.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Quem também assegurou classificação às quartas de final foi o russo Nikolay Davydenko, que superou o argentino Juan Monaco em sets diretos, com parciais de 6/3 e 7/5. Na próxima rodada, o cabeça de chave 2 da competição tem pela frente o local Guillermo Garcia-Lopez. No único confronto entre os dois, a vitória foi do russo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A torcida local pôde comemorar a classificação de dois espanhóis. Fernando Verdasco, quarto favorito ao título, bateu o sérvio Janko Tipsarevic (duplo 6/3) e se habilitou a enfrentar seu compatriota Tommy Robredo, que eliminou Feliciano Lopez por 2 sets a 1: 4/6, 6/3 e 6/4.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A última vaga nas quartas de final foi preenchida pelo russo Mikhail Youzhny, algoz do uruguaio Pablo Cuevas, por 2 sets a 1, com 6/2, 2/6 e 6/1. Seu próximo adversário é o francês Gilles Simon, cabeça de chave 5 da competição. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 05 Nov 2009 19:48:00 -0300</pubDate>
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