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Ocupada atualmente pelo espanhol Nadal, posição foi de Federer durante 285 semanas de sua carreira

A conquista do primeiro título de 2011, no Catar, encheu Roger Federer de confiança. Desbancado do top do ranking mundial por Rafael Nadal em maio, o suíço já fala em retomar a posição que ocupou durante nada menos que 285 semanas na carreira.

"Rafa tem muitos pontos a defender este ano, mas ao mesmo tempo ele está muito confiante. Claramente vai ser muito difícil, só que se eu continuar jogando neste nível e alcançando a maioria das finais, terei uma chance", comentou o tenista, com cautela.

Entretanto, o feito só será possível daqui a alguns meses, visto que atualmente o espanhol possui 3305 pontos de vantagem sobre Federer, o segundo colocado. A tendência, aliás, é que essa diferença aumente a curto prazo, visto que o suíço defende o título do Aberto da Austrália (2000 pontos) a partir de 17 de janeiro, torneio no qual Nadal conquistou apenas 360 pontos no ano passado.

"É preciso ter algo especial para ser o número um do mundo. Não basta vencer um Grand Slam ou o ATP Finals. É preciso ir quase além disto. Vamos ver o que vai acontecer...", minimizou.

Com 286 semanas no topo, Pete Sampras é o tenista que mais tempo permaneceu como número um na história do tênis.