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Otimista, Federer confessa sempre ficar nervoso em Wimbledon

"Por tudo que esse torneio significa para mim, sempre jogo pressionado", afirmou o hexacampeão do torneio inglês

Gazeta |

Na última terça-feira, o suíço Roger Federer venceu o cazaque Mikhail Kukushkin no 960º jogo da sua carreira. Ele estreou pela 13ª vez em Wimbledon e, mesmo assim, estava nervoso, apesar do otimismo na disputa do terceiro Grand Slam do ano. Isso porque o terceiro do ranking se considera pressionado pelo seu ótimo retrospecto: seis títulos na grama londrina.

Se ele vencer o torneio, vai igualar o heptacampeonato do norte-americano Pete Sampras e ganhar seu 17º Grand Slam, mas apenas o primeiro de 2011. Em Roland Garros, chegou perto, porém perdeu na final para o espanhol Rafael Nadal. Ele acredita que desta vez a situação está diferente.

"Eu sinto que se as coisas forem bem para mim, posso ir extremamente longe aqui. No Aberto da França dependia mais da raquete dos oponentes, mas aqui depende mais da minha. Por tudo que esse torneio significa para mim, sempre jogo pressionado. Vencer Wimbledon por si só já é maravilhoso. Obviamente igualar Pete em qualquer marca significa que você está lado a lado com um dos melhores da história", exaltou.

Na segunda rodada de Wimbledon, ele mede forças com o francês Adrian Mannarino, 55º do ranking da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), de 22 anos. Seu melhor resultado da temporada foi a semifinal do ATP 250 de Johanesburgo. Ele foi eliminado na segunda rodada do Aberto da Austrália e na estreia de Roland Garros e nunca enfrentou Federer.

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