Espanhol venceu o luxemburguês Gilles Muller por 3 sets a 0, enquanto o britânico derrotou o americano Donald Young pelo mesmo placar

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Rafael Nadal e Andy Murray finalmente conseguiram concluir, nesta quinta-feira, os seus jogos válidos pelas oitavas de final do Aberto dos Estados Unidos. E, após os seguidos adiamentos provocados pela chuva que está atrasando a programação do Grand Slam norte-americano, eles confirmaram favoritismo e estão na próxima fase.

Segundo cabeça de chave, o espanhol venceu o luxemburguês Gilles Muller por 3 sets a 0, com parciais de 7/6 (7-1), 6/1 e 6/2, enquanto o britânico derrotou, com facilidade, o tenista local Donald Young por 6/2, 6/3 e 6/3.

Com os resultados, Nadal enfrentará nas quartas de final o vencedor do confronto entre o espanhol David Ferrer e o norte-americano Andy Roddick. O duelo, também programado para esta quinta, teve a sua continuidade atrasada por causa de problemas na quadra Louis Armstrong, que estava acumulando água após as seguidas chuvas em Nova York.

Já Murray, quarto cabeça de chave, irá encarar nas quartas de final o ganhador da partida entre o norte-americano John Isner e o francês Gilles Simon, também programada para ser encerrada nesta quinta.

Favorito no duelo diante de Muller, Nadal chegou a sair perdendo por 3 a 0 para o rival na última quarta, quando o jogo foi interrompido logo em seguida e o espanhol fez críticas aos organizadores por ter entrado em quadra para jogar em uma quadra ainda úmida em virtude da chuva.

Nesta quinta, porém, o tenista número 2 do mundo devolveu a quebra de saque sofrida no dia anterior e levou a disputa do primeiro set ao tie-break, no qual foi muito superior e aplicou 7 a 1.

A partir da segunda parcial, o espanhol tomou conta do duelo, no qual ganhou 81% dos pontos que disputou com o seu primeiro serviço e aproveitou seis das 12 chances que teve de converter break-points.

Murray, por sua vez, deu poucas chances a Donald Young. O britânico exibiu eficiência ao aproveitar oito das 11 oportunidades de quebrar o saque do adversário e foi beneficiado pela ineficiência do norte-americano, que cometeu 53 erros não forçados, contra apenas 17 de Murray.

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