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Eliminado na estreia em Santos, Lindell mantém calma e mira 'top 200'

Brasileiro naturalizado sueco, tenista passa por período de transição dos futures para os challengers e qualis de torneios da ATP

Gazeta Esportiva |

Eliminado na estreia do Challenger de Santos pelo argentino Diego Junqueira, ex-top 70, Christian Lindell procura manter a calma em meio à transição dos futures para os challengers e qualis de torneios da ATP. Com apenas 19 anos, ele quer terminar a temporada entre os 200 melhores do ranking.

"A gente sempre espera muito, principalmente depois de terminar o ano tão bem em São Paulo (foi semifinalista da Copa Petrobras, um challenger). Obviamente, não está sendo como eu quero, mas também não está sendo ruim. Se comparar com um ano atrás, agora estou ganhando mais jogos em challenger do que estava ganhando em futures", explicou.

Na temporada de 2011, o tenista disputou seis challengers. O melhor resultado do jovem em torneios deste nível foram as oitavas de final em Recife e Rabat. Ele tentou buscar uma vaga no ATP 250 de Santiago, mas parou na segunda rodada do evento classificatório.

"Os jogos são muito mais duros, exigem muito mais do corpo e você precisa ficar mais forte. Eu já esperava que fosse assim, não tem nada de especial. A diferença de challenger para future é muito grande, mas sei que tenho potencial para jogar. Vou continuar trabalhando, porque uma hora vou começar a encaixar os resultados", disse.

No contexto de transição para torneios de maior nível, Lindell precisa se preparar para um período com mais derrotas do que vitórias. Ele admite que a situação é delicada, mas lembra que costuma ser um dos competidores mais jovens dos challengers que participa.

"Comecei a jogar challenger muito cedo e, no começo, vou perder mesmo. Demora um pouco para adaptar. Tem que ficar forte de cabeça e seguir, porque não são muitos jogadores da minha idade que já estão jogando challenger. Todo mundo praticamente é mais velho do que eu. Tem que entender isso", disse.

Lindell deve passar as duas próximas semanas treinando no Brasil para depois retornar à Europa. Ele pretende disputar dois challengers, um na França e outro na Croácia, antes da Copa do Mundo de Dusseldorf. Na sequência, participa de mais dois challengers no continente.

O tenista procura montar o calendário para se aproximar do objetivo traçado para o final do ano. "Tenho jogando bem, mas não estou fazendo grandes resultados ainda. Isso não me preocupa tanto agora. Minha meta de ranking até o final o do ano é estar entre os 200. É muito difícil, mas é a meta do ano", encerrou.

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