Fora do Grupo Mundial do torneio desde 2003, equipe brasileira precisa de apenas uma vitória para avançar

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Depois da vitória nas duplas, o Brasil joga tudo no primeiro duelo do último dia de confronto com a Rússia pela repescagem do Grupo Mundial da Copa Davis. Thomaz Bellucci, 38º colocado no ranking da ATP, enfrenta Mikhail Youzhny (32º), no jogo inicial do dia e tem a possibilidade de sacramentar a vitória. Se não conseguir, Ricardo Mello enfrenta na sequência o número 2 russo - provavelmente não será Igor Andreev, derrotado por Bellucci na sexta-feira.

"O ponto da dupla, quando o confronto fica empatado em 1 a 1, se torna crucial. Agora o Thomaz entra sabendo que pode ser mais agressivo, jogar mais solto contra o Youzhny", afirmou o duplista Bruno Soares. "Ele pode soltar o braço, que, se não der certo, ainda temos uma chance de vencer o confronto com o Ricardo."

O Brasil não disputa um confronto do Grupo Mundial da Copa Davis desde 2003, quando perdeu para a Suécia na primeira rodada - depois caiu para o zonal americano ao ser derrotado pelo Canadá no mesmo ano. NA época, Gustavo Kuerten, tricampeão de Roland Garros e ex-número 1 do mundo, ainda jogava, embora já sofresse com as lesões.

Se ocorrer no domingo, a vitória terá ares de histórica para o Brasil porque, além de ser fora de casa e contra uma das potências da modalidade, a equipe do País tradicionalmente tem dificuldades para vencer em piso de carpete coberto. O último triunfo brasileiro em uma quadra rápida foi conquistado apenas em 1986 contra as fracas Índias Orientais Holandesas.

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