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Tênis
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Após críticas de Nadal e Murray, Aberto dos EUA muda data da final

Jogadores reclamaram dos jogos sob chuva, que têm atrapalhado a programação da competição

Gazeta |

Respectivamente tenistas número 2 e 4 do mundo, Andy Murray e Rafael Nadal criticaram nesta quinta-feira a ITF (Federação Internacional de Têis, em inglês), alegando que a instituição - responsável pela organização dos Grand Slams do calendário - tem errado em suas medidas em relação é grande quantidade de chuvas no Aberto dos Estados Unidos.

As manifestações deram certo e, no fim desta tarde, e entidade anunciou que a final masculina será na segunda-feira, como nos últimos quatro anos. A chave feminina, uma fase à frente, continuará com a decisão no sábado.

O tempo instável na região de Nova York tem adiado e paralisado vários jogos do Aberto dos EUA. Mesmo assim, a organização tem forçado que os tenistas entrem em quadras úmidas, sem a garantia de que a chuva não voltará ou que os jogos seguintes serão remarcados.

A quantia de jogos e o pouco tempo entre eles são o alvo de críticas de Nadal, que diz que quem sair de sua chave seria mais prejudicado. "Nós precisamos ser melhor representados nesses torneios. As coisas não podem continuar desse jeito. Fazer semifinais no sábado é algo maluco para os tenistas", afirmou Nadal, que, se chegasse à final, faria quatro partidas em quatro dias. "Todos concordam que as coisas devem mudar. Nós temos que fazer as reuniões e nos juntar. Precisamos lutar para ter mais representatividade".

Já Murray, criticou a ITF diretamente e disse que se a competição fosse organizado pela ATP - que promove todos os outros torneios que não são do tipo Slam do calendário - seria diferente.

"Um agente da ATP estava no vesti?rio e disse para nós que estava chovendo e que não deveríamos jogar. Mas aqui é diferente, é a ITF. Eles nos querem em quadra. Se fosse um torneio ATP, nãs n?o teríamos voltado", disse.

O ponto do britânico é o mesmo de Nadal. Para ele, os tenistas também têm que se unir para exigir novas medidas das grandes corporações do esporte. "Quando o torneio terminar, talvez seja uma boa hora para sentar e discutir o circuito em geral, porque agora teremos um novo presidente na ATP", pontuou.

"Mas todos precisam concordar. Se três concordam e dois não, então não sei. As mulheres têm que participar também. Os jogadores precisam ter uma voz e a única forma de fazer isso é começar um grupo e chegar a um acordo com torneios e a ITF. Se isso não acontecer, as mesmas coisas vão se repetir e nada vai mudar", concluiu.

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