Federer celebra conquistas, mas acha difícil fechar o ano como número 1

Suíço vê o sérvio Novak Djokovic se reaproximando da ponta, mas comemora título em Wimbledon e medalha de prata nas Olimpíadas

Gazeta |

Reuters
Um dos títulos de Federer na temporada foi o de Wimbledon

Aos 32 anos, o suíço Roger Federer alcançou nesta semana a marca história de 300 semanas como número 1 do ranking da ATP. No entanto, a diferença em relação ao segundo colocado Novak Djokovic caiu para apenas 195 pontos, um dos motivos que faz com que Federer considere difícil se manter na liderança até o final da temporada.

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"Não sei quais são as chances que tenho de terminar o ano como número 1. É uma montanha muito alta para subir e não está mais em minhas mãos. Se não conseguir ficar na liderança, pelo menos ganho alguns torneios. Venci Wimbledon e uma medalha olímpica, que foram os objetivos que tinha", declarou.

Federer tem condições de se manter em alto nível por muito tempo? Opine!

Após a disputa do Aberto dos Estados Unidos, o tenista número um do mundo defendeu a Suíça na Copa Davis e, na sequência, tirou três semanas de descanso, retornando às quadras apenas no início deste mês, no Masters 1000 de Xangai, em que foi eliminado na semifinal, pelo britânico Andy Murray.

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"Joguei muitas partidas. Tive que planejar muito bem minha vida. Parecia um trem expresso. Não posso fazer isso todo ano. É difícil administrar treinos e torneios, mas encontrei um equilíbrio. Se você joga sem preparação, não vai muito bem, como aconteceu em Xangai", avaliou.

A temporada desgastante será encerrada com a disputa de um torneiro "em casa", na Basileia, e do ATP Finals de Londres, que reúne os oito principais tenistas da temporada. A participação do suíço no Masters 1000 de Paris, no entanto, segue em aberto.

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