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Guga critica retrocesso do tênis, mas assume papel de esteio da CBT

Ex-número 1 do mundo diz que modalidade andou para trás depois dele, mas enaltece atual momento e vira protagonista em ações desenvolvidas pela CBT

iG São Paulo |

Gazeta Press
Gustavo Kuerten foi o número 1 do ranking da ATP durante 43 semanas

Gustavo Kuerten voltou a se ver como protagonista. Maior nome da história do tênis masculino no Brasil, o ex-atleta esteveem São Paulonesta sexta-feira para apresentar uma parceria de um ano com os Correios. O evento foi realizado na sede do patrocinador, no centro da cidade, e o jogador aposentado aproveitou a cerimônia para mostrar o quanto está envolvido com a renovação da modalidade no país.

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“Acho que nós podemos transformar o tênis brasileiro em potência internacional. Esse é o nosso dever de casa”, declarou Kuerten. “O tênis mexe muito comigo, e esse é um grande desafio”, completou.

Dono de 20 títulos de simples no circuito da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), Kuerten ocupou durante 43 semanas o primeiro lugar do ranking mundial. A ascensão dele coincidiu com uma explosão de popularidade do tênis no país. Contudo, isso não foi suficiente para produzir novos atletas com tanto destaque.

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“Eu fui número 1 do mundo, nós disputamos durante anos a elite da Copa Davis, mas o tênis só andou para trás. Se não for feito um bom trabalho, isso termina. O grande catalisador disso precisa ser a confederação. Só a confederação pode fazer o tênis se tornar popular de sul a norte do país”, disse o ex-atleta.

A despeito do tom de cobrança, Kuerten mostrou simbiose total com a atual gestão da CBT. A proximidade chega a ponto de o contrato dele com os Correios ter alguns pontos diretamente vinculados ao patrocínio da empresa à entidade nacional.

“Há coisas que são vinculadas, como a Semana Guga Kuerten e alguns projetos de desenvolvimento do esporte. Acho que a interligação entre Guga, CBT e Correios é perfeita. É algo com o que a gente sempre sonhou”, explicou Jorge Lacerda, presidente da instituição que comanda o tênis nacional.

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O contrato de Kuerten com os Correios tem ênfase em projetos sociais que o ex-tenista desenvolve. Por conta disso, aproxima o ídolo de algumas iniciativas que já são feitas pela empresa em parceria com a própria CBT.

Até por isso, Kuerten adotou um tom enfático na defesa do projeto que tem sido desenvolvido pela CBT: “O tênis vive uma realidade totalmente diferente do que era na minha época. É muito mais avançado. Os eventos estão voltando, existe uma consolidação e uma estrutura. Isso tem muito mérito da confederação. Eu tendo a apoiar e participar disso. Adoro tênis, sou fanático, e gosto de estar envolvido”.

Kuerten completará 36 anos em setembro de 2012. O envolvimento com a gestão do tênis e a preocupação com o futuro da modalidade são meios que ele encontrou para amenizar a falta que as quadras fazem.

Veja mais sobre tênis no blog do Paulo Cleto

“Eu vejo jogos atualmente, e em alguns caras eu daria uma canseira se o corpo deixasse. Como não dá, fico feliz em ajudar de outra forma”, completou o ex-tenista.

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