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Federer sonha voltar ao topo, e Murray quer ir mais longe após quebrar jejum

Suíço pode voltar ao posto de número 1 do mundo e escocês pode ser o primeiro britânico a vencer em Wimbledon nos últimos 74 anos.

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Andy Murray já fez história ao chegar à final em Wimbledon e enfrenta Roger Federer

Primeiro tenista britânico a chegar à final do torneio de Wimbledon após 74 anos, o escocês Andy Murray sonha agora ser o primeiro do Reino Unido a conquistar o título desde que Fred Perry ficou com o troféu em 1936, mas terá pela frente o suíço Roger Federer, que também tem marcas importantes a alcançar.

Com quase 31 anos, Federer já é o tenista com mais Grand Slams vencidos (16). No entanto, ele quer ir mais longe e pretende conquistar seu sétimo título na grama sagrada do All England Club, igualando o britânico William Renshaw e o americano Pete Sampras. De quebra, se vencer, voltará à liderança do ranking da ATP e chegará a 286 semanas no topo, número recorde que atualmente pertence justamente a Sampras.

Você acha que Federer pode voltar a ser número 1 do mundo?

Federer poderá recuperar a condição de número 1 do mundo exatamente um ano depois que o sérvio Novak Djokovic a tomou do espanhol Rafael Nadal no mesmo torneio. Djoko e Nadal vinham monopolizando os títulos das principais competições do circuito. A última vez que o troféu de um Grand Slam não foi para nenhum deles foi no Aberto da Austrália de 2010, em que Federer e Murray disputaram a final.

O tenista da Suíça levou a melhor. Federer, no entanto, não perdeu a confiança em si mesmo e continua mostrando a técnica e a elegância de sempre em quadra, mesmo não tendo as condições físicas de alguns anos atrás. "Mesmo depois de cair nas quartas de final de Wimbledon no ano passado, nunca duvidei de mim mesmo. Foi duro aceitar aquela derrota, mas, enfim, volto a estar na final", declarou o suíço após eliminar Djokovic na semifinal, na última sexta-feira.

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Do outro lado da rede, o atual número quatro do mundo já havia se colocado entre os quatro melhores de Wimbledon nos três anos anteriores, mas nunca havia se classificado para decisão. Neste ano, contudo, ele soube se aproveitar da eliminação de Nadal ainda na segunda rodada e de uma chave consequentemente menos difícil.

O tenista de Glasgow fará sua quarta final de Grand Slam e buscará o primeiro troféu. O escocês já foi vice-campeão do US Open (2008) e do Aberto da Austrália (2010 e 2011). Murray ganhou 349 partidas e 22 finais individuais na carreira, mas nunca em uma das quatro principais competições do circuito. Em parte, isso se deve à pressão imposta pelo público britânico, que vê nele o único que pode dar alegrias a um país que vive uma seca de bons tenistas.

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Um dos que compartilham dessa opinião quanto à pressão é Federer, que revelou que espera se aproveitar dessa situação: "Sempre disse que, em qualquer país, gosto muito de jogar contra o herói local, e isso é exatamente o que Murray é em Wimbledon", disse.

O escocês, por sua vez, tenta sacudir a pressão. Depois de superar o francês Jo-Wilfried Tsonga nas semifinais, na sexta-feira, ele afirmou não ter nada a perder na quadra central do All England Club.

"Não sinto a mesma pressão que se jogasse contra outro tenista, porque Roger (Federer) mantém uma marca impressionante em Wimbledon nos últimos dez anos. A verdade é que não tenho nada a perder. É um grande desafio, um jogo no qual ninguém espera que eu ganhe, mas no qual, se jogar bem, posso conseguir a vitória", comentou o representante da casa. 

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