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Tênis

16/11 - 11:45

Djokovic: "Título da Masters Cup é como conquistar um Grand Slam"
Competição em Xangai conta com os oito melhores do mundo com condição de jogo no momento

EFE

XANGAI (China) - O tenista sérvio Novak Djokovic, que hoje conquistou pela primeira vez a Masters Cup, em Xangai, após derrotar o russo Nikolay Davydenko por 2 sets a 0, com parciais de 6-1 e 7-5, disse depois do jogo que vencer este torneio é como ganhar um Grand Slam, porque conta com os oito melhores do mundo.

O título conquistado hoje por Djokovic, número três do ranking mundial da ATP, significa "muito" para ele, já que o torneio, ao reunir os oito melhores da Corrida dos Campeões, "diz muito sobre a qualidade dos jogadores que o disputam, já que todos estão muito motivados para encerrar a temporada da melhor maneira possível".

"Para mim, é especial, porque, na segunda parte da temporada, joguei duas finais, mas não conseguia chegar ao título há muito tempo, desde o Masters Series de Roma. Essa é provavelmente a razão pela qual hoje não consegui fechar o segundo set, quando fiz 5 a 4.

Estava um pouco nervoso", reconheceu.

"Não é fácil, há muita pressão, mas estou feliz porque, no fim, consegui controlar os nervos, já que estava concentrado desde o princípio", acrescentou o jogador sérvio, que atribuiu seu bom resultado à experiência adquirida no ano passado, quando caiu na primeira fase da Masters Cup.

"Agora sou um jogador mais forte. Sei os golpes adequados e os momentos corretos. Isso é o importante", analisa.

Diante da chance de poder superar Rafael Nadal e Roger Federer e chegar ao primeiro posto do ranking mundial em 2009, Djokovic comentou que "certamente é possível, mas é uma temporada longa. Há muitos torneios e muitos jogadores candidatos a essa posição".

"Acho que Rafa merece o primeiro lugar no ranking deste ano. Foi, de longe, o melhor jogador", disse, antes de destacar que "o interessante do próximo ano é que há vários bons jogadores".

"Agora, não é mais uma disputa entre apenas dois, mas entre cinco, seis ou sete que estão muito bem e podem vencer qualquer outro", disse.

"Acho que tenho qualidade para chegar ao número um no ano que vem ou dentro de dois anos, ou em dez. Esse sempre foi meu objetivo de toda a vida. No entanto, aprendi uma lição: se presto muita atenção em rankings, não estou fazendo o certo", disse.

"Por isso, só quero melhorar meu jogo. Sei que ainda tenho o que melhorar, e só quero elevá-lo ao nível mais alto possível, e então os resultados serão nítidos", concluiu. EFE jad/ev/an


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