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Tênis

16/11 - 10:45

Davydenko: "É preciso ser perfeito contra Djokovic, e eu não fui"

Russo não conseguiu fazer um bom jogo contra o sérvio e teve que se contentar com o vice em Xangai

EFE

XANGAI (China) - O tenista russo Nikolay Davydenko, que perdeu hoje a final da Masters Cup de tênis, disputada em Xangai, contra o sérvio Novak Djokovic, por 6-1 e 7-5, disse, após a partida, que, contra o adversário, "é preciso ser perfeito, jogar muito rápido e muito bem".

"Hoje foi um dia muito difícil para mim. Contra Djokovic, é preciso ser perfeito, jogar muito rápido e muito bem. Ele fez isso tudo e eu não", afirmou Davydenko, que costuma dizer que a chave para vencer partidas é manter uma atitude positiva.

Mesmo assim, o russo admitiu hoje que foi uma partida "muito difícil, já que, quando se está perdendo um set por 5 a 0 em apenas 20 minutos, é muito difícil ser otimista".

Davydenko disse que o sérvio "não cometeu muitos erros" e elogiou o "bom saque e a boa devolução" do adversário.

O tenista russo, que também disputava sua primeira final de uma Masters Cup, disse não ter ficado muito nervoso, mas apenas aliviado depois do fim de uma partida tão difícil, afirmou, brincando.

Sobre a experiência de chegar à final e não enfrentar o suíço Roger Federer - campeão do torneio nas duas últimas edições, além das de 2003 e 2004, e que desta vez caiu na primeira fase - lembrou com orgulho que o ex-número 1 do mundo "não estava nas semifinais", mas ele (Davydenko), sim.

"Federer não ganhou nenhum Masters Series este ano. Eu ganhei o de Miami. Sim, ele ganhou o US Open, mas quem se importa com aquele torneio?", comentou, com humor.

"Sim, Federer é Federer. Foi o número um do mundo por muitos anos. É muito bom, mas não pode jogar muito por toda a vida. Há jogadores jovens de 21, 22 anos, também muito rápidos, com excelente concentração e melhores fisicamente", afirmou.

"Vejo que Federer não está mais fisicamente tão bem neste momento, portanto, outros jogadores têm mais chances de derrotá-lo", concluiu.

Perguntado sobre quem poderá ser o próximo número um do mundo, Davydenko indicou "qualquer um que esteja no 'top 10'", antes de destacar os jovens jogadores.

"Se observarmos, por exemplo, Gilles Simon, que era número 20, e agora fez uma boa final do torneio de Madri, chegou ao 'top 10' e depois à Masters Cup substituindo Nadal, nunca se sabe. Alguns jovens jogadores podem surgir muito bem", disse.


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