iG - Internet Group

iBest

brTurbo

 

Tênis

03/09 - 18:02

Sem Hewitt, Austrália terá Guccione e juvenis contra Chile
Hewitt vem sofrendo recentemente com uma lesão no quadril, que inclusive o deixou de fora do Aberto dos EUA

Gazeta Esportiva

SYDNEY (Austrália) - A Austrália terá dificuldades para se manter no Grupo Mundial da Copa Davis. O segundo país mais vencedor da competição (faturou 28 títulos, cinco a menos do que os Estados Unidos) não poderá contar com Lleyton Hewitt e Paul Hanley, e anunciou nesta quarta-feira a desfalcada e pouco conhecida equipe que enfrentará fora de casa o Chile, na repescagem pela permanência na elite do tênis.

Hewitt vem sofrendo recentemente com uma lesão no quadril, que inclusive o deixou de fora do Aberto dos Estados Unidos. Aos 27 anos, o ex-melhor tenista do mundo aparece hoje apenas na colocação de número 56 do ranking de entradas da ATP.

Outra baixa australiana é o experiente Paul Hanley, ex-quinto do ranking de duplas e atualmente na 19ª colocação, com 21 títulos conquistados. O tenista de 30 anos passará por uma cirurgia nos próximos meses e acabou sendo poupado pelo capitão John Fitzgerald.

Desta forma, o número um da Austrália para o duelo contra o Chile será Chris Guccione, de 23 anos e apenas o 87º do ranking de entradas. Ao lado dele estará o polonês naturalizado Peter Luczak, 171º da lista aos 28 anos.

Os outros selecionados de Fitzgerald são juvenis e, juntos, disputaram quatro partidas oficiais na ATP: Casterl Ball (21 anos e 188º do mundo), Sam Groth (20 anos, 234º), Brydan Klein (18 anos, 239º) e o adolescente Bernard Tomic, de apenas 15 anos e dono da posição 818 do ranking. Desta forma, a média de idade do time australiano é de 20 anos e dez meses.

A Austrália, assim, nem de perto lembra o time sensação que disputou a Copa Davis de 1999, quando o país faturou o título com o então jovem promissor Lleyton Hewitt, o ex-número um do mundo Patrick Rafter, o ex-top 10 Mark Philippoussis e os melhores duplistas do mundo: Wayne Arthurs e Todd Woodbridge.

“É claro que a ausência do Lleyton é uma grande perda, mas ao mesmo tempo estamos dando uma boa oportunidade para esses jovens garotos disputarem uma das competições mais importantes do mundo”, explicou Fitzgerald. “Estamos indo como zebras, mas a história da Copa Davis mostra que surpresas podem acontecer”, finalizou confiante.


Leia mais sobre:



Alerta de Gols Receba notícias pelo seu celular

> Você tem mais informações? Envie para Minha Notícia, o site de jornalismo colaborativo do iG


Topo
[x] fechar