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Tênis

19/06 - 11:44

Estudo questiona sistema que esclarece bolas duvidosas no tênis
O sistema "Hawk Eye", usado para esclarecer bolas duvidosas no tênis, pode não ser tão preciso como dizem, segundo dados de um estudo

EFE

A tecnologia vem sendo usada desde 2007 nos maiores torneios do circuito, incluindo três dos Grand Slam - Aberto da Austrália, US Open e Wimbledon. Roland Garros fica de fora por ser no saibro, piso em que é possível ver a maioria das marcas.

Porém, um grupo de cientistas britânicos acha que o método pode não ser tão preciso como se pensava.

Segundo Harry Collins, professor de ciências sociais na universidade de Cardiff, no País de Gales, o sistema "nem sempre corresponde ao que ocorreu".

"É muito errôneo pensar que podemos solucionar as dúvidas no tênis com a tecnologia", disse.

Collins e seu colega Robert Evans elaboraram um relatório sobre as percepções públicas do mencionado sistema, a ser publicado mês que vem na revista "Public Understanding of Science".

No torneio de Wimbledon, que tem início na próxima segunda, o sistema tem dez câmeras posicionadas ao redor das quadras e, com elas, é possível reconstruir a trajetória mais provável da bola com imagens filmadas por estas lentes.

O sistema não reproduz exatamente o que ocorreu, mas reconstrói o que estatisticamente conta com mais chances de ter ocorrido.

"Quando o sistema diz que uma bola entrou por um milímetro, o que deveria dizer é que acredita que entrou por um milímetro", aponta Collins.

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