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Tênis

19/06 - 10:06

Aposentado há seis anos, Sampras aconselha Guga
Antes de fazer sua primeira aparição em quadras brasileiras, o norte-americano Pete Sampras aproveitou para dar um conselho ao maior tenista da história do tênis brasileiro

Gazeta Esportiva

Afastado do circuito profissional há seis anos, o ex-número um do mundo deu algumas dicas ao recém-aposentado Gustavo Kuerten sobre como aproveitar a condição de ex-atleta.

Guga, vale lembrar, disputou sua última partida oficial de simples em 25 de maio, na primeira rodada de Roland Garros. Seu ‘algoz’ foi o francês Paul-Henri Mathieu, que coincidentemente foi o último tenista a bater Sampras, em 2002.

Agora, enquanto o catarinense desfruta da aposentadoria, o norte-americano esboça uma participação no circuito de veteranos da ATP, disputando nesta quinta-feira a etapa de São Paulo do Tour of Champions.

“O Guga tem que fazer da aposentadoria um período divertido, aproveitando esses primeiros anos para fazer tudo o que não conseguiu fazer durante a carreira”, aconselhou Sampras, que disputou sua última competição oficial em agosto de 2002, encerrando com o título do Aberto dos Estados Unidos – seu 14º troféu de Grand Slam.

“Depois disso, o Gustavo Kuerten pode se envolver no business. Ele é muito popular aqui no Brasil e pode tirar proveito disso abrindo uma academia de tênis, por exemplo”, emendou o norte-americano, atualmente com 36 anos.

Sampras também explicou o motivo de sua volta às quadras. Depois de seis anos praticamente ‘alheio’ ao mundo do tênis, o lendário Pistol Pete disputou algumas partidas amistosas no final de 2007 e no início deste ano. “O tênis foi a minha vida desde os sete anos de idade. Foi bom sair do esporte e fiquei muito tempo sem acompanhar os resultados. Só que agora bateu vontade de voltar”, declarou.

O norte-americano não negou as saudades que sente das competições. Sobretudo neste momento do ano, em que acontece a temporada de grama – piso em que era especialista. “Sinto falta de jogar na grama, especialmente no Torneio de Queen’s e em Wimbledon. Mas estou aposentado há seis anos e a vida continua”, sintetizou o heptacampeão do Aberto da Inglaterra.


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