Erros da organização geraram confusões, discussões e atrasos. Teve resultado invertido, luta repetida e até recorde falso

A dramaturgia mexicana fez escola entre os organizadores dos Jogos Pan-Americanos . As sucessivas trapalhadas da organização da competição continental complicaram até mesmo coisas óbvias: como a definição sobre de quem é a vez de sacar numa partida de tênis .

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As falhas de cronometragem foram tão frequentes que pareciam parte das disputas. Na natação , elas mudaram a ordem de chegada dos competidores e até fabricaram novos recordistas Pan-Americanos.

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Materiais de qualidade duvidosa, como as bolas de tênis que estouravam com recorrência incomum, também temperaram a incompetência. Isso, aliado à capacidae questionável de alguns árbitros, fomentou questionamentos ríspidos em algumas partidas de tênis. O brasileiro Ricardo Melo quase perdeu a hora de seu jogo por causa de uma mudança de última hora .

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As soluções criativas para o calor mexicano também geraram situações vergonhosas, como a nova modalidade de volei na lama. Além da imundice que gerou, a quantidade de água que era frequentemente despejada na arena deixou o piso endurecido e alterarou as características do jogo, o que provocou reclamações .

Acompanhe o quadro de medalhas completo do Pan-Americano

Na maratona aquática, os chips que determinavam a posição e o tempo dos competidores também apresentaram problemas. Com isso, a brasileira Ana Marcela Cunha passou por uma situação curiosa. Ela foi anunciada como medalhista de prata e demorou a convencer a comissária do antidoping que a brasileira que havia conquistado a medalha, na verdade, havia sido Poliana Okimoto .

Veja as imagens das principais lambanças do Pan:

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