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Thiago Pereira chega a 12 ouros em grande dia para o Brasil

Nadador soma agora 12 ouros contra 10 de Hoyama. Cielo, com medalha no peito, critica organização da Vila do Pan

Vicente Seda, enviado iG a Guadalajara |

Em um dia no qual o Brasil conquistou medalhas em todas as quatro provas disputadas no Centro Aquático de Guadalajara , Thiago Pereira tinha motivos de sobra para ser o mais satisfeito entre todos os atletas brasileiros. Ele, que já havia superado o mesatenista Hugo Hoyama, se isolou como recordista brasileiro de medalhas de ouro em Pans, com 12, sendo que uma delas foi obtida no revezamento 4 x 100m medley , prova que só nadou a eliminatória, para poupar Guilherme Guido na final.

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O nadador chegou a cometer uma gafe, afirmando que torceria por mais uma medalha de Hoyama que, no entanto, não tem mais chances de conquista em Guadalajara. Pereira agora soma 18 medalhas no total e se aproxima do recorde de medalhas do também nadador Gustavo Borges, que soma 19 medalhas em Jogos Pan-Americanos.

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O atleta brasileiro comemorou também o fim da maratona. Durante todos os dias de competição, ele reclamou do cansaço, agravado pela altitude de Guadalajara. Sobre a quebra do recorde de Hugo Hoyama, ele cometeu uma gafe e disse que ainda torce por mais medalhas do mesatenista, que já não tem mais chances de conquistas neste Pan.

“Estou bastante feliz com os resultados na semana, sabia que seria bem longa, acabei me surpreendendo até no último dia, tentei fazer o máximo em cada prova, me poupando o máximo que podia. Há muito tempo que estava na casa do 1m58s, não conseguia sair, então fechei com chave de ouro”, disse Pereira, que fez uma breve comparação com o Pan do Rio, em 2007. “As medalhas foram praticamente as mesmas, mas acho que cada competição é uma, são momentos diferentes, aqui teve o fator da altitude, que pesou de uma prova para outra e tive de ser inteligente para dosar isso", comentou Pereira.

Cielo, por sua vez, terminou o Pan com quatro ouros e, com a medalha no peito, não se furtou a reclamar, de leve, da organização. “Em todos os sentidos a gente conseguiu o que a gente queria mesmo, posso falar agora com as medalhas no peito. Superamos a altitude e todas as dificuldades que a gente tinha. Tinha complicação dentro do restaurante da vila, ficávamos em pé muito tempo e não queria falar antes para não parecer desculpa”, disse o campeão olímpico que, indagado se preferia ter ficado em hotel, se esquivou.

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“Não sei dizer, não dá para voltar atrás, mas a gente não se preocupou com isso. O staff segurou muito bem toda essa pressão. Fizemos a nossa parte. O que a gente tinha de fazer é nadar rápido e acho que os resultados falam mais do que qualquer coisa que eu tenha a dizer aqui. A gente está muito concentrado para fazer a melhor campanha olímpica do Brasil no ano que vem”, concluiu.

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