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Tetracampeã, Lucélia traça meta: “Fazer um campeãozinho olímpico”

Brasileira com maior número de ouros em Pans pede mais apoio à modalidade e diz que pretende ser mãe antes de 2015

Vicente Seda, enviado iG a Guadalajara |

A atleta Lucélia Ribeiro se tornou nesta sexta-feira a brasileira com mais medalhas de ouro na história dos Jogos Pan-Americanos . Em Guadalajara, ela venceu a competição pela quarta vez consecutiva, viu o marido, o campeão mundial Douglas Brose , ficar com o bronze, e ainda quer mais. Avisa que se estiver em condições, estará no Pan de 2015, em Toronto, competirá, apesar de já ter 33 anos. Até lá, porém, o plano é outro.

Acompanhe no blog do Rogério Romero como a natação brasileira se saiu no Pan

“Terei o Mundial em janeiro e até o próximo Pan, quem sabe a gente não faz um campeãozinho olímpico?”, brincou a carateca, em referência à possível entrada do esporte no programa das Olimpíadas de 2020, o que será decidido em 2013.

Veja o calendário dos Jogos Pan-Americanos

Vicente Seda
Os medalhistas brasileiros Lucélia e Douglas

Sobre a luta com a mexicana bicampeã mundial Yadira Lira, decidida pelos árbitros, ela afirmou que foi mais agressiva desde o início do combate e, por isso, ficou com o ouro. Ao comentar sobre o seu feito, preferiu não falar do individual e pediu mais apoio à sua modalidade.

Leia também: Com popularidade cíclica, caratê aposta em Pan e ídolo de MMA

“A luta foi muito tensa, eu busquei mais o combate e os árbitros viram isso. É um título que eu queria demais, pelo qual venho lutando há quatro anos. Não quero nem falar de mim, mas do meu esporte. As pessoas só olham para os esportes que estão nas Olimpíadas, mas se for ver, o Brasil já tem quase 30 medalhas de caratê. É muito legal falarem de mim, mas quero que essa minha conquista se converta em desenvolvimento para o meu esporte”, disse

Confira como está o quadro de medalhas do Pan

A luta de Lucélia foi acompanhada de perto pelo marido, que se mostrava mais nervoso do que a própria carateca. Depois do ouro, ele se acalmou. “Quando perdi a semifinal, ela ficou um pouco abalada e eu disse a ela: ‘Me esquece! Se concentra’. Eu não ganhei, mas ela ganhou, a felicidade é a mesma. A medalha dela já significa muito para mim”.

Leia tudo sobre: Lucélia Ribeirocaratêpan 2011

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