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Revezamento 4 x 100 m quer repetir façanha de Sydney

Time brasileiro espera subir ao pódio novamente na prova pelas Olimpíadas, assim como em Atlanta e Sydney

Luis Araújo e Mauricio Nadal, especial para o iG, de São Paulo |

Guilherme Tosetto
Bruno Lins, ouro no revezamento 4 x 100 m e bronze nos 200 m rasos
Embalados pelo bicampeonato pan-americano, com um ótimo tempo marcado, os atletas do revezamento 4 x 100 m esperam repetir o feito de quartetos que brilharam no passado e chegar ao pódio nas Olimpíadas de Londres, no ano que vem.

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Além de vencerem a prova em Guadalajara, os brasileiros estão cheios de confiança devido à marca de 38s18 obtida, tempo que renderia uma medalha de prata ao Brasil no Mundial do atletismo realizado em Daegu, neste ano. Lembrando que o quarteto brasileiro foi desclassificado na cidade sul-coreana, pois Nilson André se chocou com um atleta de Portugal na prova.

O time do Brasil demonstrou que superou o mau resultado no Mundial e acredita no pódio em Londres. “Fizemos um tempo muito bom no Pan. Queremos chegar à marca dos 37s e bater o recorde do quarteto de Sydney. Nada no atletismo é impossível. Nós estamos entrosados, conhecemos bem um ao outro e a união faz toda a diferença”, disse o velocista Bruno Lins, ouro no revezamento 4 x 100 m  e bronze nos 200 m rasos em Guadalajara, em referência à equipe que ganhou a prata nos Jogos Olímpicos de 2000.

Confira ainda: EUA e Brasil têm piores médias de medalhas por habitantes do Pan

Outro membro da equipe brasileira, Sandro Viana fala da importância do treinamento de passagem de bastão, como algo que pode derrubar favoritos, citando o caso do revezamento dos Estados Unidos em Daegu, onde seu quarteto deixou cair o equipamento e ficou sem medalha. "Treinamos muito o momento da passagem de bastão. É a hora mais delicada da prova. Não adianta ter ótimos velocistas, sem a precisão na passagem, vide o caso dos EUA em Daegu”, comentou o experiente velocista.

Guilherme Tosetto
André Domingos acredita em pódio do revezamento do Brasil em Londres

O ex-atleta André Domingos, medalhista de bronze nas Olimpíadas de Atlanta-96 e prata em Sydney-00 na prova, confia no potencial do time do Brasil, mas acredita que a luta dos brasileiros é pela prata. “Os meninos fizeram um ótimo tempo no Pan, eles podem bater o nosso recorde no ano que vem. Em condições normais, o time da Jamaica é imbatível, a marca deles é assombrosa, mas nunca se sabe quando um bastão pode cair ou uma passagem pode ser mal feita, os EUA são a prova disso”, comentou o medalhista olímpico.

Assim como o quarteto medalhista em Atlanta e Sydney, os atletas do revezamento também treinarão juntos para as Olimpíadas de Londres, em 2012, o que facilita ainda mais o entrosamento entre eles. 

Leia tudo sobre: atletismoSandro VianaBruno Linspan 2011

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