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Pan
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Personagens do Pan: Brasileiros de Bagdá a Washington

Durante os dias em Guadalajara, os enviados iG falaram de bem mais do que esporte: contaram histórias de vida

iG São Paulo |

Pode-se até discutir a relevância esportiva de algumas provas disputadas nos Jogos Pan-Americanos e o significado dos resultados obtidos. Mas, no ambiente de uma competição dessas, circula algo de inestimável e que independe completamente do nível técnico ou da popularidade dos atletas.

Leia também: Brasil mantém terceiro lugar, mas vê piora em muitas modalidades

É gente tão diferente, de tantos países, vivendo uma mesma realidade que fica impossível não se deparar com histórias de vida ricas e curiosas. E isso os enviados iG a Guadalajara trataram de explorar muitíssimo bem. Durante os 16 dias de Pan, conhecemos gente de todo tipo, de ciclista brasileira nascida em Bagdá a velocista brasileira nascida em Washington ; de gari que virou maratonista a ex-participante do Big Brother Brasil cansado dessa fama. Relembre algumas das histórias mais interessantes que apareceram ao longo das últimas duas semanas:

Gente brasileira

Por trás de todo grande atleta há uma grande história. Às vezes descobrimos, por exemplo, que a mulherada se iniciou no boxe pensando mesmo é em emagrecer, ou que a fera da luta olímpica se divide entre o ringue e os salões de beleza.

Os enviados iG ainda contaram as estratégias de um certo “Thiago Pereira do atletismo”, que até disputou muita prova, mas sem o sucesso de sua inspiração das piscinas, e revelaram o incômodo da equipe de tiro esportivo com o preconceito que sofrem pela associação com as armas e a violência.

Getty Images
Os enviados iG comprovaram: a vida de Rosângela Santos, vencedora dos 100 m rasos, é uma coisa de doido

 

De pais e filhos

Esporte, como tantas outras coisas, se passa em família, de geração em geração. Roberto Chiappini, por exemplo, jogou o polo aquático do Pan de 1995 mesmo sem a visão em um dos olhos. Transmitiu a paixão à sua filha, de quem é hoje treinador na equipe que foi medalha de bronze.

È um pouco o que acontece com Fábio Emílio, de 25 anos, que chegou a Guadalajara com a missão de acabar com o maior jejum brasileiro de medalha entre todas as modalidades: a do tiro com arco. O último medalhista? Seu pai, em 1983.

AP
As "Leonas" dão a receita do sucesso, apesar de terem sido derrotadas pela primeira vez
Pelo mundo

Cobrir o Pan não se limita a acompanhar os atletas brasileiros, não. Entre as histórias interessantes que escutamos estão as dicas das “Leonas” argentinas para o Brasil formar um time de hóquei feminino para o Rio 2016 ou ainda aqueles atletas que se tornam sinônimos de seus países nanicos no quadro de medalhas.

Tem gente que também abre o coração e admite dificuldades, como é o caso dos atletas do Haiti relatando as dificuldades de seguir a vida depois do terremoto e a ginasta americana Shawn Johnson, que falou abertamente sobre sua decisão de largar o esporte por um tempo e as dificuldades de ser uma garota-prodígio ainda adolescente.

A cara do México

Para muito além da tequila e dos sombreros, nossos repórteres mostraram aspectos e personagens interessantes do país-sede, como a modalidade que inspira o sucesso mexicano nos saltos ornamentais: os saltos do alto do penhasco em La Quebrada, Acapulco.

Aliás, logo de cara, chegando ao centro de imprensa, a primeira impressão veio com uma inusitada exposição de caixões, urnas e ataúdes enfeitados de todo jeito. Conhecemos ainda um simpático grupo de ginastas mexicanas que foram barradas de entrar na competição do Pan e, diante disso, desandaram a fazer piruetas para a nossa câmera, em plena rua.

Leia tudo sobre: pan 2011brasil

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