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Patrocínio faz esgrimista "esquecer" profissão e viver do esporte

Taís Rochel pôde se dedicar exclusivamente à esgrima e vai brigar por medalha nos Jogos Pan-Americanos

Marcel Rizzo, iG São Paulo |

Arquivo pessoal
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Um ano dedicado somente à esgrima, algo inédito para Taís Rochel, do florete, esperança de medalha para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, de 14 a 30 de agosto no México. Com 27 anos, 21 deles dedicados ao esporte, é a primeira vez que a estilista consegue viver apenas da esgrima, graças a um patrocínio que a modalidade recebeu em 2011.

“Eu consegui viajar e participar de campeonatos que não podíamos pagar, a experiência que se adquire é muito boa. Estamos bem preparados para esse Pan”, disse Rochel. A estatal Petrobras paga, desde o início de 2011, parte das viagens e equipamentos que os atletas precisam – faz isso com outros quatro esportes olímpicos (handebol, boxe, taekwondo e remo).

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Dona de uma loja de roupa, a Flow Fitwear, Rochel está vendendo a empresa já que agora pode ter renda se dedicando apenas à esgrima, esporte que conheceu aos seis anos, quando seu irmão começou a praticar.

“Ele foi fazer por causa do He-man, do desenho. Depois brincavam comigo que eu fui por causa da She-ra e chegaram até a me colocar como a personagem em um programa, tenho vergonha”, disse a esgrimista.

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Campeã sul-americana e seis vezes campeã brasileira, Taís acredita que possa conquistar medalha, principalmente por equipes, no florete (uma das três armas da esgrima e que aceita apenas o toque no torso do adversário).
 

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