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Musa do softbol é a grande ausência da modalidade no México

Americana Jennie Finch se aposentou e agora se divide entre a vida de mãe e incentivadora da modalidade no seu país

Ana Carolina Cordovano, especial para o IG, de São Paulo |

Divulgação
Jennie Finch, musa do softbol no Rio em 2007, nao jogará este ano
A competição de softbol nos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007, tinha tudo para ser esquecida. O mau tempo durante a competição, com chuvas constantes, e a má qualidade do gramado do campo que foi construído para a modalidade e para o beisebol, na Cidade do Rock, impediu até a disputa da final.

Porém, quem se aventurou a assistir aos jogos de softbol teve a oportunidade de ver a musa americana Jennie Finch em ação, num de seus últimos anos como jogadora profissional. Depois do ouro no Pan (os Estados Unidos levaram a medalha pela melhor campanha, com Canadá e Venezuela dividindo a prata), Jennie conquistou o vice-campeonato nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. Dois anos depois, a musa decidiu se aposentar. Por isso, em outubro, nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, a seleção americana continua sendo a favorita, mas os fãs de Jennie sentirão sua ausência.

Aos 31 anos, a atleta teve o segundo filho em julho, mas não se afastou do softbol. Campeã olímpica em Atenas-2004, hoje ela se dedica a incentivar meninas a praticar a modalidade no país onde o softbol nasceu. O esporte entrou no programa do Pan em 1979, e os EUA venceram sete das oito edições - o Canadá conquistou um título.

Blog Espírito Olímpico: Jenni Finch, o grande desfalque do Pan de Guadalajara

Situação bem diferente vive a modalidade no Brasil. O país disputou seu primeiro Pan em 2007, justamente porque foi sede dos Jogos. A seleção brasileira ficou em sétimo lugar entre oito participantes. Neste ano, a equipe não conseguiu a vaga. E, para piorar, o esporte saiu do programa das Olimpíadas. Consequentemente, a modalidade está recebendo menos investimentos do COB (Comitê Olímpico Brasileiro).

Se no Pan do Rio, o softbol sofreu com as más condições do gramado, que ficou péssimo após as chuvas, se espera que no México o problema não se repita. O Estádio Pan-Americano de Softbol ficou pronto em maio de 2010 e pode receber até 800 pessoas. Diferentemente do Brasil, onde foi feita uma estrutura provisória, o estádio mexicano é definitivo e vai servir para receber competições de softbol de todas as categorias.

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Ao contrário do que aconteceu em 2007, estádio do softbol não deve ser problema em Guadalajara

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