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Medalha de ouro em 75, Marcelo Oliveira conta experiências no Pan

O ex-meio campista também foi treinador do Coritiba e conta os beneficios que podem vir com a convocação de Djair e Luccas Claro

iG São Paulo |

Divulgação
Seleção brasileira medalhista de ouro no Pan-Americano de 1975, disputado na Cidade do México
O Coritiba teve dois jogadores convocados para a Seleção Brasileira que disputará o Pan-Americano deste ano, em Guadalajara , entre os próximos dias 14 e 30. Djair e Luccas Claro serão os representantes coxa-brancas na seleção brasileira. O que poucos se lembram, porém, é que outro integrante do time paranaense já representou o Brasil na competição e fez bonito, ao levar a medalha de ouro em 1975-Cidade do México, também em solo mexicano: o técnico Marcelo Oliveira.

Após 36 anos, o comandante de um dos melhores times da história do Coxa, relembrou essa passagem e a importância que ela teve para a sua carreira. "Eu estava disputando a Copa América com a seleção principal e fui chamado para o Pan-Americano. Fiz parte de um time muito forte e muito bom. Quase todos os jogadores daquela equipe se tornaram ídolos em seus clubes e fizeram história: o Carlos na Ponte Preta, Edinho no Fluminense, Cláudio Adão no Flamengo e o Batista no Internacional, por exemplo”, disse Oliveira.

O técnico destaca que a medalha de ouro foi uma conquista muito marcante para sua história no futebol, pois, foi nessa competição que ele teve a dimensão do que realmente é vestir a camisa canarinho e representar a seleção brasileira “É uma experiência fantástica e espero que o Djair e o Luccas aproveitem da melhor forma essa convocação. Enriquecerá muito a carreira de ambos", comentou o ex-meia do Atlético-MG, que marcou dois gols no Pan de 75.

Uma peculiaridade marcou a conquista da seleção: o título foi dividido com o México, pois, na final, faltou luz no lendário estádio Azteca, quando o jogo estavam 1 a 1, no tempo extra. "O jogo contra o México foi cheio de peculiaridades. A torcida mexicana, que nos apoiou durante todo o torneio, é claro, fez uma enorme pressão quando entramos em campo para enfrentar o time deles. Eles saíram na frente e, no finalzinho, empatamos e levamos para a prorrogação. Quando estávamos pressionando e próximos do gol da virada, misteriosamente, acabou a luz. O árbitro aguardou um tempo e, depois, as duas seleções foram declaradas campeãs", disse.

Neste Pan, a seleção brasileira ainda entrou para a história com a maior goleada da história dos jogos: 14 a 0 em cima da Nicarágua, na primeira fase.
 

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