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Márcio Wenceslau comemora tecnologia no taekwondo

Atleta, prata no Rio 2007, diz que com novos sensores não teria sido derrotado na final, enquanto Diogo Silva busca bicampeonato

Vicente Seda, enviado iG a Guadalajara |

Márcio Wenceslau bateu na trave no Pan do Rio, em 2007. Ficou com a prata no taekwondo, após uma decisão dos juízes na final da categoria até 58 kg contra o dominicano Gabriel Mercedez. Ele não concorda com o resultado, mas vê em Guadalajara a chance de um novo desfecho. Com o advento da tecnologia para a arte marcial coreana, ele está confiante de que, desta vez, conseguirá o ouro para o Brasil.

O esporte passou a incluir sensores nas zonas de contato que valem pontos, tronco e cabeça, além de outro aparato na proteção do pé dos atletas. Com isso, acabam as dúvidas sobre a validade de um golpe. Se o sensor disparou, valeu o ponto. É nisso que Wenceslau deposita sua esperança para deixar para trás a frustração do último Pan-Americano.

Vicente Seda
Márcio Wenceslau, com Diogo Silva ao fundo, está confiante com a introdução de sensores no taekwondo
“Nesses quatro anos treinei pensando no ouro. Treinei em diversos países, até na Coreia, mas o Pan sempre traz surpresas. Hoje é tudo eletrônico, temos sensor nos pés, nos protetores, é muito melhor do que deixar a decisão na mao de juízes. Se tivesse isso em 2007, seria diferente”, afirmou o lutador, que vê os adversários mais complicados nas equipes do México e da República Dominicana.

Na categoria até 68kg, Diogo Silva já se classificou para as Olimpíadas de Londres, mas vê no Pan de Guadalajara a chance de atingir uma meta pessoal: ser bicampeão da competição, o que seria um feito inédito no país. Ele espera encontrar dificuldades contra atletas dos Estados Unidos, México, Cuba e Canadá, que considera os mais fortes de sua categoria.

“A maior meta era garantir a classificação para Londres, claro, mas como já consegui, vim para o Pan buscar um objetivo pessoal, que é conquistar o meu segundo ouro, algo que ninguém fez. Seria muito gratificante. Treino taekwondo há 22 anos e sei as dificuldades que terei, mas estou confiante”, disse.
 

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