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Júlio Almeida espera aumentar coleção de medalhas no Pan

Destaque do tiro esportivo brasileiro sabe que encontrará concorrência pesado dos americanos em Guadalajara

Luís Araújo, especial para o iG em São Paulo |

Divulgação
O brasileiro Júlio Almeida (à esquerda) já tem duas medalhas pan-americanas em seu currículo
Aos 42 anos de idade, Júlio Almeida é um dos nomes mais experientes do tiro esportivo brasileiro. Na primeira vez que participou dos Jogos Pan Americanos, em Mar del Plata-1995, ficou com a prata nas provas de fogo central individual e por equipes. Em 2007, no Rio de Janeiro, mais uma prata. Desta vez, na pistola de ar 10 metros. Para Guadalajara, a expectativa do atleta é aumentar a sua coleção de medalhas. De preferência, com um ouro.

“Estou confiante porque estou treinando muito”, afirmou Júlio. “Estou dedicado exclusivamente ao treinos desde outubro do ano passado e meus resultados, principalmente na pistola de ar, são consistentes. Falar em vitória é complicado, pois outros grandes atletas participarão da competição, especialmente os norte americanos. Mas estou no nível deles e vai vencer quem estiver melhor no momento”.

Júlio sabe muito bem que os norte americanos são os principais concorrentes de qualquer atleta do tiro esportivo. No Pan de 2007, os atiradores dos EUA dominaram as provas da modalidade e levaram 22 medalhas no total: dez de ouro, nove de prata e três de bronze.

Em comparação aos norte americanos, o Brasil teve desempenho bastante modesto. Além de Júlio, o único atleta do país que conseguiu subir ao pódio foi Fernando Júnior, que levou o bronze na prova de tiro rápido 25 metros.

No entanto, Júlio avalia que a história dos atiradores brasileiros tem boas chances de ser mais feliz em Guadalajara. “Pelo que vimos no Campeonato das Américas do ano passado, acredito que o Brasil terá um desempenho bem melhor do que o de 2007”, disse. “Foram seis medalhas. Eu ganhei duas pratas, em pistola de ar e pistola livre. A Ana Luiza Ferrão ganhou dois ouros, em pistola de ar e pistola sport. O Emerson Duarte foi bronze no tiro rápido e o Filipe Fuzaro levou o ouro na fossa double”.

Veja também: Equipe de tiro ao prato do Pan é definida

Júlio lembra ainda de outros atletas para reforçar seu otimismo com relação ao sucesso brasileiro em solo mexicano. “Bruno Lion e Rocco Rosito estão fazendo resultados na carabina deitado e na carabina 3x40 que também podem levá-los às medalhas, assim como a Roberta Cabo, na carabina de ar. Não podemos nos esquecer também do Stênio Yamamoto, que tem feito uma excelente temporada na pistola livre”, enumerou o atirador brasileiro.

Em Guadalajara, Júlio participará de duas provas: pistola de ar e pistola 50 metros. O atleta revela que ganhar o ouro no Pan é um desejo que ele gostaria muito que acontecesse, mas não chega a ser uma obsessão. "Se der pra ganhar, ótimo. Se não, o mundo vai continuar girando e a gente seguindo em frente", afirmou.

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