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Handebol masculino busca dobradinha no Pan-Americano

O time masculino enfrenta a Argentina na final e tem a chance de fazer dobradinha (masculino e feminino) de ouro em Guadalajara

iG São Paulo |

Após vitória do Brasil sobre a Argentina na final do Handebol feminino , a seleção masculina de handebol terá a chance de fazer dobradinha de ouro na modalidade e de quebra levar o tricampeonato. Esta será a terceira edição consecutiva que o time masculino decidirá o título dos Jogos Pan-Americanos contra os 'hermanos'. O confronto será no Ginásio San Rafael, em Guadalajara, nesta segunda-feira, a partir das 23h (horário de Brasília).

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O Brasil tentará manter a escrita recente contra os argentinos: já bateu os rivais em Santo Domingo 2003 e no Rio 2007. Se conquistar o tri em Guadajara, o país garante uma vaga nas Olimpíadas de Londres-2012 .

Como as duas seleções têm se enfrentado em diviersas competições continentais, os jogadores já se conhecem bem, o que pode ter vantagens e desvantagens para os dois lados. "Acredito que, no caso de dois times que se conhecem tão bem, levará a melhor aquele que estudar o adversário com mais detalhes, buscando encontrar os pontos fracos e saber explorar isso dentro de quadra", avaliou o central Bruno Santana , que participou da conquista do bicampeonato no Rio. Além dele, outros seis jogadores conquistaram o ouro em 2007: o ponta-esquerda Borges , o armador-direito Zeba , o armador-esquerdo Jaqson , o central Leo , o goleiro Maik e o ponta-direita Tupan .

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Bruno afirmou que, assim como na seleção feminina, o que move o grupo em busca de bons resultados é o encontro de gerações. "São várias faixas etárias diferentes dentro da equipe e isso é muito bacana. Há aqueles que estão motivados para conquistar sua primeira medalha [como o ponta-direita Chiuffa , de 22 anos], outros que não querem só uma e buscam a segunda, como é o meu caso, e os mais velhos que, se por algum momento estão pensando em parar de jogar, querem a terceira para fechar com chave de ouro [caso de Jaqson, que estava em Santo Domingo e no Rio]".

Outra motivação é o fato de o Brasil chegar com 100% de aproveitamento à decisão do Pan-Americano, com quatro vitórias por placares elásticos. Foram três na fase de grupos, contra Canadá (46 a 17), Venezuela (37 a 15) e Chile (36 a 22), e a semifinal, diante da República Dominicana (41 a 17).

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