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Pan
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Delegação do remo tenta driblar problemas de estrutura no Pan

Apesar das obras no local das provas e da falta de garagem para guardar os barcos, brasileiros mantêm otimismo

Érico Leonan, especial para o iG, em São Paulo |

Divulgação
O remador Leandro Atoji treina com a delegação brasileira no México
Apesar dos problemas com o atraso nas obras do complexo de remo, a delegação brasileira da modalidade tenta driblar os percalços dos preparativos para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Após embarcarem para o México, no último domingo, os competidores seguem no processo de aclimatização em Ciudad Guszám.

Blog do Rogério Romero: A (des)organização do Pan

O local ainda está repleto de obras e a garagem dos barcos não está pronta. As embarcações dos brasileiros passam a noite em contêineres, sem a segurança adequada. Apesar dos problemas, o coordenador administrativo da Confederação Brasileira de Remo (CBR), Thomas Schwerdtner, afirma que os brasileiros vão se preparar adequadamente.

“Isso não atrapalha em nada a preparação. Foi feito uma logística antes dos atletas partirem e achamos necessário esse período de aclimatação no México”, afirmou. “Desde o início da preparação, nós sabíamos que as obras ainda não estariam prontas quando os atletas chegassem. O complexo de remo e canoagem está sendo adequado e recebendo os ajustes finais”, revelou.

Veja também: Atleta do tiro com arco divide a atenção com falcões

Schwerdtner mantém o otimismo a respeito do desempenho dos remadores brasileiros. "Nossa meta é superar a marca do último Pan, quando conquistamos três medalhas (duas de bronze e uma de prata).”

A delegação brasileira, composta por 21 remadores, disputará as provas entre os dias 15 e 19 de outubro.

Leia tudo sobre: RemoPan 2011

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