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CT e aclimatação transformam taekwondo do Brasil em potência

Inauguração de CT no Rio e viagem com antecedência ao México deixa equipe otimista para o Pan 2011

iG São Paulo |

Divulgação
Natália Falavigna é um dos principais nomes do taekwondo brasileiro no Pan
A seleção brasileira de taekwondo chega aos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara na condição de favorita. O otimismo vem da própria equipe e é resultado da evolução na preparação dos atletas, segundo o técnico Fernando Madureira. Com isso, a expectativa é que o país brigue de igual para igual com Cuba e México no quadro de medalhas.

“A equipe está muito bem, ninguém tem lesões e estão todos com um estado de espírito muito elevado”, disse o treinador. “Nosso planejamento foi seguido à risca desde o Pan de 2007. Acreditamos que, com toda esta somatória, podemos chegar onde queremos: medalhas, medalhas e medalhas”.

Veja também: Diogo Silva afirma estar pronto para o bi

Esta somatória citada por Madureira se refere a alguns eventos importantes ao longo dos últimos anos que favoreceram o desenvolvimento dos atletas. Um deles foi a inauguração do Centro de Treinamento de Taekwondo no Rio de Janeiro, em dezembro de 2010. O local conta com recursos que vão desde equipamentos de filmagem para análise de movimentos, à sala de musculação com aparelhos específicos para a modalidade. Ao todo, ele tem capacidade de atender até 25 atletas ao mesmo tempo.

Além disso, os competidores brasileiros viajaram com grande antecedência ao México. Eles estão desde o dia 24 de setembro na cidade de San Luis Potosi e treinaram no Centro Esportivo La Loma. Tudo para que chegassem a Guadalajara adaptados aos 1500 metros de altitude da cidade e capacitados a brigar pelo maior número possível de medalhas.

O Brasil contará com representantes em seis das oito categorias do taekwondo no Pan. Os principais nomes da equipe são Natália Falavigna , Márcio Wenceslau e Diogo Silva . O último ainda defende a medalha de ouro no Rio-07.

Todo o restante da seleção brasileira é formada por lutadores estreantes. Douglas Marcelino , Kátia Arakaki e Raphaella Galacho nunca disputaram a competição, mas também estão entre os favoritos à disputa por medalhas.

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