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Com arrancada no final, Adriana da Silva leva o ouro na maratona

Brasileira sempre esteve entre as quatro primeiras colocadas e, com melhor preparo e ritmo visivelmente mais forte, superou rivais

iG São Paulo |

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Adriana da Silva cruza a linha de chegada na primeira posição e fatura o primeiro ouro do Brasil no atletismo em Guadalajara
A brasileira Adriana da Silva conquistou a medalha de ouro na maratona feminina dos Jogos Pan-Americanos. Ela completou o percurso em 2h36min37 e estabeleceu novo recorde da prova, que antes pertencia à chilena Erika Oliveira, com o tempo de 2h37min41, feito em Winnipeg, em 1999. A prata foi para a mexicana Madai Perez e o bronze para a peruana Gladys Lucy Tejeda.

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Adriana ficou durante todo o percurso entre as quatro primeiras colocadas. A partir do 10º quilômetro a brasileira começou da dar sinais de que tinha mais reservas do que sua adversária mais próxima, a mexicana Paula Apolônio. Mas a disputa pelo terceiro posto se arrastou por vários quilômetros, com as competidoras alternando posições e correndo próximas. Entretanto, a atleta brasileira conseguiu impor um ritmo mais forte a partir do 18º quilômetro e deixou a rival anfitriã para trás.

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Com isso, o alvo de Adriana passou a ser Gladys, então segunda colocada. A aproximação nesse caso foi paulatina. Adriana parecia tão preocupada com a superação da adversária quanto com suas codições gerais na prova. Por isso, ela precisou de bastante tempo para ultrapassar a peruana, mas antes o 30º quilômetro a brasileira já havia superado a adversária.

Arrancada final

Quando parecia que a mexicana Madai Perez seria a vencedora da prova uma combinação de circunstâncias mudou tudo. A anfitriã, que liderara a maratona de ponta a ponta até aquele momento, começou a apresentar sinais de cansaço. O mais evidente deles foi a diminuição do ritmo de corrida. Ao mesmo tempo, Adriana mantinha passada firme e até sua postura fazia supor melhor condição do que a da mexicana.

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A partir dos últimos cinco quilômetros da prova, a brasileira começou uma perseguição emocionante sobre a mexicana, que a medida em que progredia no percurso, aparentava mais cansaço. Ela estava visivelmente mais lenta e desgastada, sua postura era até levemente arcada. Na altura do quilômetro 38, Adriana passou a rival com superioridade tamanha que deixava evidente a diferença de ritmo.

Confira o quadro completo de medalhas do Pan

No trecho final, Adriana manteve passada forte e abriu grande diferença sobre Madai, que praticamente se arrastou até o fim o que permitiu, inclusive, aproximação perigosa da peruana Gladys Lucy Tejeda.

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