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Brasil repete domínio e é ouro nas cinco bolas na ginástica rítmica

Depois de faturar o tetracampeonato pan-americano no geral, o conjunto brasileiro repetiu o bom desempenho na final por aparelho

iG São Paulo |

O conjunto brasileiro segue dominando as premiações nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Um dia depois de levar o ouro pela quarta vez consecutiva no geral, a equipe nacional voltou ao Complexo Nissan de Ginástica, foi aplaudida na final da série de cinco bolas e faturou mais um ouro, com a nota de 25.050. Estados Unidos, com 25.850, e Canadá, com 24.625, completaram o pódio.

Veja o quadro de medalhas atualizado do Pan 2011

A equipe nacional se apresentou com Luisa Matsuo, medalhista em 2007 que se aposentará depois do Pan, e as estreantes Bianca Maia, Dayanne Amaral, Drielly Daltoé, Débora Falda e Eliane Sampaio. com a música "My Way", elas empolgaram mais uma vez os mexicanos.

O conjunto brasileiro já havia mostrado a sua força na final geral. A nota 25.100 com a mesma série de cinco bolas deu o ouro ao país, já que nas três fitas e dois arcos as brasileiras cometeram falhas e ficaram com 23.475 pontos no total.

"o ouro de ontem deu confiança para hoje, sem dúvida. Entramos muito seguras para fazer uma boa apresentação e elas conseguiram repetir o resultado", analisou a treinadora Camila Ferezin.

Veja o calendário do Pan 2011

Para manter a hegemonia e repetir a atuação dos Jogos do Rio de Janeiro e de Santo Domingo, a equipe nacional luta por mais uma medalha nesta terça-feira, na final das três fitas e dois arcos. Antes, o Brasil ainda disputa duas finais com Angélica Kvieczynski, na maça e na fita.

Para a técnica Camila Ferezin, o conjunto deve ter calma nas fitas e arcos para mostrar a sua superioridade. "A série é mais rápida, mais complicada. Elas precisam ter tranquilidade para mostar a coreogria sem falhar, porque superiores nós somos", disse Camila.

Na medalha desta segunda-feira, o Brasil contou com um "talismã" na torcida. ""Tem um coelhinho de pelúcia que eu levava nas competições desde o meu início na ginástica, mas, com a correria, faz dois anos que nao levo. Meu pai (Dedeco Daltoé) lembrou e trouxe para Guadalajara. Na hora do pódio, nos olhamos e ele balançou o coelhinho", contou Drielly.

Essa já é a melhor participação do Brasil na história do Pan-Americano. Além da medalha desta noite, o país já havia faturado o tetracampeonato no conjunto geral e ainda conta com três medalhas de bronze de Angélica, única brasileira a conseguir somar esse número de pódios na ginástica rítmica.

Veja as apresentações da ginástica rítmica nesta segunda-feira:


 

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